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Arte e Saúde Mental aliam-se no Hospital de Magalhães Lemos

2 de Abril, 2025

Reportagem exibida na RTP 1, no dia 01.04.2025

O Museu Nacional Soares dos Reis está a desenvolver um conjunto de oficinas de cerâmica criativa destinadas aos utentes do Hospital de Magalhães Lemos.

 

O resultado final dos trabalhos produzidos nestas oficinas de cerâmica será apresentado numa exposição coletiva.

 

A iniciativa decorre ao abrigo do Programa Arte e Saúde, desenvolvido pelo Museu Nacional Soares dos Reis em parceria com a Unidade Local de Saúde de Santo António, onde se integra o Hospital de Magalhães Lemos, com apoio mecenático da Fundação Manuel António da Mota e cooperação institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do MNSR.

Distinguido com o Prémio Parceria 2024, pela Associação Portuguesa de Museologia, o Programa Arte e Saúde tem como destinatários a comunidade de utentes, acompanhantes, cuidadores e profissionais de saúde de uma das entidades mais populosas do território ‘vizinho’ do MNSR: o Centro Hospitalar Universitário do Porto, composto pelo Hospital Santo António; Centro Materno Infantil do Norte Albino Aroso; Centro de Genética Médica Jacinto de Magalhães, Centro Integrado de Cirurgia de Ambulatório e Hospital Magalhães Lemos.

Conversas SER sobre ‘Saúde Mental e Cuidadores’

1 de Abril, 2025

No âmbito do SER – Saúde Mental, Estigma, Resiliência, projeto de que o Museu Nacional Soares dos Reis é parceiro, prossegue o ciclo de Conversas SER, com o encontro ‘Saúde Mental e Cuidadores’, a decorrer no próximo dia 10 abril, pelas 18 horas, no Hospital Magalhães Lemos, da Unidade Local de Saúde de Santo António (Porto).

 

Numa iniciativa de acesso gratuito e aberta à participação de todos os interessados, a conversa contará com Joana Ribeiro da Silva, Médica Psiquiatra; Joana Prata, Cuidadora / Médica Psiquiatra; Cristina Silva, Cuidadora e moderação de Andreia Azevedo Soares, Jornalista do Público.

 

A sessão será aberta pelo Diretor do Hospital Magalhães Lemos, António Marques.

O Projeto SER – Saúde Mental, Estigma, Resiliência tem como objetivo combater o estigma associado à doença mental através de uma série de atividades que promovem a resiliência e a inclusão. Pretende, ainda, contribuir para uma sociedade sem preconceitos, promovendo a autoestima e a capacitação das pessoas com doença mental.

 

As duas principais vias de combate ao estigma social seguidas pelo SER são a partilha de vivências (incluindo competências e desempenho no trabalho, na arte, no desporto e na ciência), e a literacia sobre saúde mental.

 

O Grupo de Trabalho reúne profissionais das áreas da saúde, investigação, cultura, educação e comunicação social, ligados a instituições de referência, entre as quais se encontram o ICBAS – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, o Centro Hospitalar Universitário de Santo António, a Universidade do Porto, o Instituto Politécnico do Porto e o Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Através da dinamização de iniciativas que promovam um maior conhecimento sobre os problemas de saúde mental que afetam vários setores da sociedade, o Projeto está aberto a outras pessoas e instituições que partilhem os seus objetivos.

Sessão de lançamento da 2ª edição do Programa Afinidades

28 de Março, 2025

O Museu Nacional Soares dos Reis promove, no próximo dia 5 de abril, pelas 16 horas, o lançamento da segunda edição do programa Afinidades, uma iniciativa desenvolvida pelo MNSR em parceria com a Associação Quarteirão Criativo, contando com mecenato do Super Bock Group e apoio do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis. O evento tem entrada gratuita, sujeita à lotação da sala.

 

Esta edição do programa Afinidades tem como foco a Cerâmica Contemporânea, celebrando o cruzamento entre o património museológico e a criação artística atual no Quarteirão das Artes – Bombarda.

Dando continuidade à missão de aproximar o Museu Nacional Soares dos Reis da sua vizinhança criativa, o programa Afinidades visa estabelecer um ciclo de diálogo entre tradição e inovação, potenciando a participação ativa da comunidade local.

 

A edição de 2025 propõe a criação de obras cerâmicas originais, inspiradas numa peça do acervo do Museu, a ser divulgada durante o evento de lançamento, o qual incluirá, igualmente, uma Conversa com as artistas Clara Rêgo, Joana Nogueira e Vítor Reis, curador convidado para a edição ‘Afinidades na Cerâmica Contemporânea’.

 

O projeto Afinidades é um ciclo de cinco edições, com temáticas anuais, compostas por exposições, workshops e conversas que exploram momentos de sintonia, empatia e semelhança entre a cultura da comunidade criativa do Quarteirão Bombarda e a história e acervo do Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Sobre Vítor Reis

Vítor Reis nasceu em Angola, em 1974. Em 2002, licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD, em Caldas da Rainha. Em 2007, frequentou o curso avançado da Escola Mau Maus, em Lisboa. Residente nas Caldas da Rainha desde a infância, e descendente de uma família de três gerações de oleiros tradicionais, adotou também a cerâmica como meio de expressão artística.

 

Desde 2013, tem desenvolvido um corpo de trabalho predominantemente em cerâmica, que dá continuidade à sua prática de escultura. Tem apresentado o seu trabalho regularmente em diversas exposições, como a “Experimenta Design”, eventos da “MOLDA”, “Galeria Underdogs”, entre outras. A sua versatilidade permitiu-lhe, nos últimos anos, participar em vários projetos na área do design, incluindo presença em feiras internacionais, como a “Maison & Objet” e a “Milan Design Week”.

 

Atualmente, desenvolve o seu trabalho num atelier Municipal nas Caldas da Rainha, onde promove workshops e outros eventos ligados à cerâmica. Paralelamente, exerce funções como professor assistente convidado no curso de Design de Produto – Cerâmica e Vidro, na Escola Superior de Artes e Design, do Instituto Politécnico de Leiria.

Oficinas de Cerâmica dão o mote para exposição coletiva

24 de Março, 2025

No âmbito do Programa Arte e Saúde, o Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) está a desenvolver um conjunto de oficinas de cerâmica criativa destinadas aos utentes do Hospital Magalhães Lemos.

 

O resultado final dos trabalhos produzidos nestas oficinas de cerâmica será apresentado numa exposição coletiva.

 

A iniciativa decorre ao abrigo do Programa Arte e Saúde, desenvolvido pelo MNSR em parceria com a Unidade Local de Saúde de Santo António, onde se integra o Hospital Magalhães Lemos.

Após um ciclo de quatro visitas exploratórias realizadas ao Museu, o grupo de utentes está agora a participar nas oficinas de cerâmica, trabalhando criativamente em torno de obras selecionadas do acervo do MNSR.

 

As oficinas são desenvolvidas em estreita articulação entre as equipas educativa e terapêutica de ambas as entidades. Pretende-se, pelo envolvimento ativo – físico, emocional e intelectual -, criar espaços de evasão das vivências do quotidiano hospitalar e do estado patológico, através da arte e da educação pela arte, para promover a saúde e o bem-estar dos utentes.

 

O resultado final dos trabalhos produzidos nestas oficinas de cerâmica será apresentado numa exposição coletiva, a realizar no Museu Nacional Soares dos Reis, com abertura prevista para o próximo mês de outubro, aquando da celebração do Dia Mundial da Saúde Mental (assinalado a 10 de outubro). A mostra tem como objetivo promover a divulgação pública do processo criativo e das obras finais realizadas neste contexto, bem como a valorização dos seus criadores.

 

Distinguido com o Prémio Parceria 2024, pela Associação Portuguesa de Museologia, o Programa Arte e Saúde tem como destinatários a comunidade de utentes, acompanhantes, cuidadores e profissionais de saúde de uma das entidades mais populosas do território ‘vizinho’ do MNSR: o Centro Hospitalar Universitário do Porto, composto pelo Hospital Santo António; Centro Materno Infantil do Norte Albino Aroso; Centro de Genética Médica Jacinto de Magalhães, Centro Integrado de Cirurgia de Ambulatório e Hospital Magalhães Lemos.

Apresentação do livro Roquemont – Fragmentos para uma Novela

21 de Março, 2025

O livro Roquemont – Fragmentos para uma Novela, de autoria de José Viale Moutinho, será apresentado no Museu Nacional Soares dos Reis, no próximo dia 1 de abril, pelas 17h30, numa iniciativa promovida pelo Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do MNSR. Entrada livre, sujeita a inscrição prévia pelo email amigosdomnsr@gmail.com.

 

Publicado pela Edições Afrontamento, no âmbito da coleção Teodolito Ficção, o livro Roquemont – Fragmentos para uma Novela terá apresentação estará a cargo de Fernando Batista.

 

O romance desenvolve-se numa estrutura narrativa não linear, apresentando uma série de fragmentos introspetivos que mergulham na vida do seu personagem central, Roquemont. A narrativa convida o leitor a uma viagem reflexiva pela consciência, desfocando as fronteiras entre memória, sonhos e realidade numa evocativa análise da natureza humana.

 

José Viale Moutinho, jornalista e escritor, tem várias obras editadas. Foi diretor da Associação Portuguesa de Escritores, da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, do Círculo de Cultura Teatral e presidente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

Colóquio Camões, o Mar, a Tecnologia e a Ciência Portuguesas

20 de Março, 2025

Iniciativa promovida pelo INESC TEC, tomando como ponto de partida as celebrações dos 500 anos do nascimento de Camões, com o objetivo de divulgar e debater o mundo técnico e científico em que Camões viveu. Em paralelo, o evento irá partilhar avanços científicos portugueses para o mar no âmbito das capacidades únicas do INESC TEC na área da robótica oceânica.

 

O Colóquio Camões, o Mar, a Tecnologia e a Ciência Portuguesas está agendado para o próximo dia 16 abril, entre as 09h00 e as 19h00, no Auditório do Museu Nacional Soares dos Reis. As inscrições estão sujeitas a um limite máximo de participantes e podem ser feitas através deste formulário de registo.

Programa

09:00-09:30: Ice breaker

09:30-09:45: Abertura por João Claro – 40 anos a impulsionar a ciência portuguesa

09:45-10:30: Eduardo Silva – Enfrentar os desafios do mar no século XXI

10:30-11:00: Henrique Leitão – Camões, o Mar e a Ciência Portuguesa no séc. XVI

11:00-11:20: Coffee Break

11:20-12:05: Joaquim Alves Gaspar – A Cartografia de Magalhães

12:05-12:50: José Miguel Almeida – Robótica oceânica – roteiro para o século XXI

12:50-14:30: Almoço

14:30-15:15: Filipe Castro – A Construção Naval Portuguesa no séc. XVI

15:15-15:45: Miguel Miranda – Oceano: Iniciativa e resiliência nos 500 anos de

15:45-16:30: Henrique Leitão – O Mar e os Contributos Científicos de Pedro Nunes

16:30-16:45: Coffee Break

16:45-18:00: Mesa-redonda sobre “O desafio do Mar como motor da ciência: no séc.XVI e hoje” com a participação de: João Queiró, José Manuel Mendonça e Pedro Lima

18:00-18:15: Encerramento por Aníbal Matos – A tecnologia, a ciência e o mar de Oportunidades

18:15-19:15: Porto D’Honra

Exposição ‘Relíquias & Reservas: a sedução das coleções’

17 de Março, 2025

Cerca de três dezenas de peças do acervo do Museu Nacional Soares dos Reis e da Casa-Museu Fernando de Castro, que integram as reservas expositivas, foram cedidas para a Exposição Relíquias & Reservas: a sedução das coleções [Arte e Academia], a inaugurar no próximo dia 19 março, no Centro de Cultura Politécnico do Porto.

 

Com curadoria de Maria de Fátima Lambert, docente da ESE / Politécnico do Porto, para esta exposição “selecionaram-se obras que respondem a dois eixos principais: o tempo (nas suas distintas aceções), o feminino/mulheres na arte e na academia”.

Ocupando as três salas do Centro de Cultura Politécnico do Porto, “os conteúdos museológicos apresentados mostram a diversidade e a qualidade que carateriza a comunidade P.Porto, dialogando no entrecruzamento a outras instituições, pessoas, a múltiplos saberes e concretizações”, destaca a curadora, acrescentando que “quando a academia se associa às unidades museológicas e culturais, o cenário expande-se e vê-se o não visto, desvelam-se mistérios ‘reservados’, emergem ‘relíquias’. […] elementos inesperados dialogam entre si e connosco, contribuindo para dinamismos felizes que incentivam a projetos e realizações conjuntas”.

 

Entre as peças cedidas pelo Museu Nacional Soares dos Reis – de coleções tão diversas como Pintura, Escultura, Lapidária, Têxteis, Ourivesaria, Fotografia e Objetos Decorativos – encontram-se, a título de exemplo, uma mala de viagem de Aurélia de Souza; um relógio de mesa com as figuras de Eros e Psyche, do século XIX; vários relógios de bolso em ouro, com diamantes engastados em prata; uma escultura Virgem do Leite, em pedra d’Ançã, do século XV, e um Menino Jesus Salvador do Mundo, em madeira policromada, datado do século XVIII.

 

A peça mais invulgar é o estojo em couro, veludo e cetim, com cabelo de D. Inês de Castro (na imagem), proveniente do Acervo Museu da Cidade | Coleção antigo Museu Municipal do Porto, em depósito no Museu Nacional Soares dos Reis.

 

A Exposição Relíquias & Reservas: a sedução das coleções [Arte e Academia], estará patente, até 7 maio 2025, no Centro de Cultura Politécnico do Porto.

Novo guia de visita do Museu Nacional Soares dos Reis

13 de Março, 2025

O Museu Nacional Soares dos Reis acaba de editar um novo Guia de Visita (bilingue Português/Inglês). O objetivo é facultar aos visitantes um documento orientador da visita ao Museu, percorrendo as diferentes salas expositivas e dando a conhecer as suas coleções.

 

Distinguido com o Prémio Museu do Ano 2024, pela Associação Portuguesa de Museologia, o Museu Nacional Soares dos Reis tem vindo a dar provas do seu dinamismo, num ritmo crescente que pretende manter no futuro.

Sendo um espaço vivo e dinâmico, com uma intensa programação regular, o MNSR possui um acervo muito rico e diverso. A renovação da Exposição de Longa Duração, realizada no final do ano passado, permitiu expor as novas incorporações, fruto de recentes aquisições e doações, bem como depósitos e cedências particulares e institucionais, onde se incluem peças do Novo Banco e da Coleção Teixeira da Silva, em depósito na Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea cedida ao MNSR.

 

No limiar dos 200 anos, o Museu Nacional Soares dos Reis continua, assim, a reinventar-se visando a promoção da cultura e da educação, a partir do património cultural de que é herdeiro.

 

O novo Guia de Visita estará disponível, a partir de amanhã, na loja do MNSR.

ICBAS e Museu Soares dos Reis organizam 2º ciclo de visitas orientadas

28 de Fevereiro, 2025

Em março, terá início a segunda edição do programa “Olhares em Diálogo no Museu Nacional Soares dos Reis. Ciclo de Visitas Orientadas a Duas Vozes”, numa organização conjunta entre o Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) e o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto.

 

A iniciativa, que numa primeira fase foi dirigida apenas aos estudantes e profissionais do ICBAS, é agora aberta ao público em geral. Tem por objetivo proporcionar visitas temáticas gratuitas que irão explorar as ligações entre a medicina, as ciências da vida e da saúde e a arte, colocando lado a lado as visões e perspetivas de gestores de coleção do Museu e de docentes do ICBAS.

António Ponte, Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis, sublinha que esta iniciativa “vem reforçar a relação de parceria institucional com o ICBAS, no seguimento das atividades já realizadas em anos anteriores. Abrimos as portas do MNSR para receber todos os que nos quiserem visitar, num ciclo que, por certo, possibilitará compreender como a arte e ciência, duas áreas de conhecimento muitas vezes tidas como distintas, podem ser aliadas e contribuir para uma melhor qualidade de vida”.

 

Para o diretor do ICBAS, Henrique Cyrne Carvalho, esta é uma proposta que “se insere no programa do cinquentenário do ICBAS que se comemora em 2025 e que visa aproximar a academia da sociedade civil (ou do grande público). Para além disso, este projeto reforça a nossa visão para uma formação integrada e alargada dos nossos estudantes, onde a arte assume um papel fundamental, no seu desenvolvimento como profissionais e como pessoas”.

 

26 de março – 13h00 às 14h00 – Paula Oliveira e Maria do Rosário Almeida: ‘Entre Viagens, Portugueses e Genes’

16 de abril – 12h30 às 13h30 – Ana Paula Machado e Paulo Martins da Costa – ‘O Homem, os Animais e o Ambiente – do trabalho, à companhia até à subsistência’

28 de maio – 12h30 às 13h30 – Adelaide Carvalho e Adriano Bordalo e Sá: ‘Fontes e Chafarizes – a água e a cidade’

 

Visitas gratuitas, limitadas a 15 participantes por sessão, sujeitas a inscrição prévia, AQUI

MNSR acolhe Encontro Chefs, Sustentabilidade e Economia

15 de Fevereiro, 2025

O Museu Nacional Soares dos Reis acolhe, no próximo dia 24 fevereiro, pelas 15h00, o Encontro Chefs, Sustentabilidade e Economia, organizado pelo grupo Media N9ve, aproveitando a presença no Porto de diversas personalidades que participarão na gala de entrega das estrelas Michelin portuguesas.

 

O evento tem por objetivo de debater ‘a gastronomia como motor económico e de sustentabilidade’, contando com a participação de diversos especialistas e, como cabeça de cartaz, do chef Virgilio Martínez, do Restaurante Central, localizado em Lima (Perú) e vencedor do The World’s 50 Best Restaurants 2023.

 

Rui Paula, Henrique Sá Pessoa, João Rodrigues, Marlene Vieira e José Avillez são alguns dos Chefs nacionais participantes. Juntos, irão debater o papel da culinária na economia global e a sua relevância para o equilíbrio sustentável, abordando-a como estilo de vida e forma de estar no mundo.

 

Inscrições a decorrer AQUI

Diretor do MNSR visita o Museo de Bellas Artes Gravina, em Alicante

14 de Fevereiro, 2025

António Ponte, Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR), encontra-se de visita ao Museo de Bellas Artes Gravina (MUBAG), de Alicante, tendo sido recebido, no Palácio Provincial, pelo presidente da Diputación de Alicante Toni Perez.

 

A delegação do MNSR, composta ainda pelas gestoras da Coleção de Pintura Ana Paula Machado e Ana Nascimento, teve já oportunidade de visitar o MUBAG, dirigido por Jorge Soler, e de participar na conferência “Diálogos para una colaboración cultural entre museos del Mediterráneo y el Atlántico”.

Recorde-se que, em maio último, uma delegação do Museu de Bellas Artes Gravina tinha já visitado o Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Este intercâmbio visa reforçar os compromissos de parceria e definir projetos de cooperação futura entre as duas instituições museológicas, que deverão efetivar-se a partir do próximo ano, reforçando a estratégia de internacionalização do MNSR.

MNSR promove campanha ‘Dê uma nova casa aos nossos livros’

31 de Janeiro, 2025

De 11 a 16 fevereiro, o Museu Nacional Soares dos Reis promove a campanha ‘Dê uma nova casa aos nossos livros’, assinalando o Dia Internacional da Doação de Livros, celebrado a 14 fevereiro.

 

Trata-se de um conjunto de livros usados, num total superior a 300 títulos disponíveis, que serão oferecidos gratuitamente. Os livros são de temáticas diversas, sobretudo relacionadas com a arte e o património.

 

Reutilizar os livros e dar-lhes nova vida e novas leituras contribui para um planeta mais sustentável e para a promoção da leitura.

A iniciativa, dinamizada pelo Serviço de Biblioteca e Documentação do Museu Nacional Soares dos Reis, integra-se no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4, da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, o qual visa assegurar educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

 

Venha ao Museu Nacional Soares dos Reis e ‘Dê uma nova casa aos nossos livros’.

 

De 11 a 16 de fevereiro, 10h00 às 17h00. Entrada livre para acesso ao espaço onde decorre a campanha.

Programa Arte e Saúde avança para o Hospital Magalhães Lemos

30 de Janeiro, 2025

O programa de educação e mediação destinado aos utentes do Hospital Magalhães Lemos (HML), no âmbito da 2ª edição do Programa Arte e Saúde, arranca a 12 fevereiro, integrando um ciclo de visitas exploratórias dos utentes do HML ao Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR), e a realização de oficinas de cerâmica.

 

O Programa Arte e Saúde resulta de uma parceria entre o Museu Nacional Soares dos Reis e o Centro Hospitalar Universitário do Porto, com apoio mecenático da Fundação Manuel António da Mota e cooperação institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do MNSR.

A 2ª edição do Programa Arte e Saúde contempla o alargamento dos núcleos expositivos, a continuidade da disponibilização do bilhete de utente e acompanhante para acesso ao MNSR, um programa de mediação cultural dirigido aos profissionais do Centro Hospitalar Universitário do Porto e um programa educativo especialmente dedicado às crianças e jovens que se encontram em regime de internamento no Centro Materno Infantil do Norte Albino Aroso.

 

O programa de educação e mediação destinado aos utentes do Hospital Magalhães Lemos, a realizar entre 12 fevereiro e 2 abril, prevê um ciclo de quatro visitas exploratórias dos utentes do HML ao MNSR, seguido da realização de quatro oficinas de cerâmica, a dinamizar na referida unidade de saúde.

 

As oficinas terão como tema central um conjunto de obras selecionadas da exposição de longa duração do Museu, sendo desenvolvidas em estreita articulação entre as equipas educativa e terapêutica de ambas as entidades. Pretende-se, pelo envolvimento ativo – físico, emocional e intelectual -, criar espaços de evasão das vivências do quotidiano hospitalar e do estado patológico, através da arte e da educação pela arte, para promover a saúde e o bem-estar dos utentes.

 

Distinguido com o Prémio Parceria 2024, pela Associação Portuguesa de Museologia, o Programa Arte e Saúde tem como destinatários a comunidade de utentes, acompanhantes, cuidadores e profissionais de saúde de uma das entidades mais populosas do território ‘vizinho’ do MNSR: o Centro Hospitalar Universitário do Porto, composto pelo Hospital Santo António; Centro Materno Infantil do Norte Albino Aroso; Centro de Genética Médica Jacinto de Magalhães, Centro Integrado de Cirurgia de Ambulatório e Hospital Magalhães Lemos.

 

O Museu Nacional Soares dos Reis tem vindo a realizar várias ações enquadradas neste eixo programático Arte e Saúde, prosseguindo com oferta cultural orientada à minimização do impacto da doença mental, aumentando a autoconfiança e bem-estar, possibilitando a construção de um ambiente seguro, aliviando o sofrimento e diminuindo a angústia das pessoas que neles participam.

Participante do Passeio dos Ingleses “reencontra” o tio-avô

28 de Janeiro, 2025

No passado domingo, várias dezenas de entusiastas de automóveis clássicos reuniram-se no Museu Nacional Soares dos Reis, dando início ao Passeio dos Ingleses, numa iniciativa do ACP-Clássicos, com apoio do CDJF – Amigos do MNSR.

 

Os participantes Pedro Villas-Boas e o seu neto Miguel foram surpreendidos ao ver a fotografia do tio-avô Alfredo Vieira Coelho Peixoto Pinto de Vilas-Boas, conde Paçô Vieira, no Velódromo do Museu, e aproveitaram a oportunidade para registar o inusitado momento.

 

Alfredo Vieira Coelho Peixoto Pinto de Vilas-Boas, conde Paçô Vieira, foi presidente do Velo Club do Porto, fundado em 1893, com sede no antigo Chalet do Palácio de Cristal.

Na falta de um recinto para a prática do ciclismo em expansão em finais do século XIX entre as elites da cidade, o rei D. Carlos cedeu os terrenos da quinta do Palácio Real (onde hoje se encontra o Museu Nacional Soares dos Reis) para a construção do velódromo, inaugurado a 29 junho de 1894 e designado Velódromo Rainha Maria Amélia.

 

Após a implantação da República, o Velódromo esteve inativo. Em 1915 reapareceu com a designação de Velo-Club do Porto e manteve a atividade no local até à década de 1930. Com a instalação do Museu Nacional Soares dos Reis em 1940, o espaço foi transformado num jardim arqueológico.

 

As obras de reabilitação do edifício em 2001 recuperaram a memória do antigo Velódromo, com a construção dos dois semi-círculos nos topos que fechavam a pista, e com a exposição de alguns registos fotográficos da época.

 

Entre as fotografias, encontra-se Alfredo Vieira Pinto de Vilas-Boas, conde Paçô Vieira, junto à bancada do Real Velo Club do Porto, num registo de José Zagalo Ilharco, fotógrafo amador, sócio fundador e diretor do Real Velo Club do Porto.

Apresentação do Projeto Ser – Saúde Mental, Estigma, Resiliência

20 de Janeiro, 2025

O Museu Nacional Soares dos Reis acolhe, na próxima quinta-feira, dia 23 janeiro, pelas 18 horas, a sessão de apresentação do Projeto Ser – Saúde Mental, Estigma, Resiliência.

 

Numa iniciativa de acesso gratuito e aberta à participação de todos os interessados, terá lugar uma conversa com a presença de Pedro Morgado, Coordenador Regional de Saúde Mental na Região Norte de Portugal e professor associado da Universidade do Minho; Andreia Magalhães, Diretora Artística do Centro de Arte Oliva e José João Silva, Enfermeiro Chefe e responsável funcional do Serviço de Reabilitação Psicossocial Hospital de Magalhães Lemos. A moderação estará a cargo da jornalista Sandra Sousa.

O Projeto Ser – Saúde Mental, Estigma, Resiliência tem como objetivo combater o estigma associado à doença mental através de uma série de atividades que promovem a resiliência e a inclusão.

 

O Grupo de Trabalho reúne profissionais das áreas da saúde, investigação, cultura, educação e comunicação social, ligados a instituições de referência, entre as quais se encontram o ICBAS – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, o Centro Hospitalar Universitário de Santo António, a Universidade do Porto, o Instituto Politécnico do Porto, o jornal Público e o Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Através da dinamização de iniciativas que promovam um maior conhecimento sobre os problemas de saúde mental que afetam vários setores da sociedade, o Projeto está aberto a outras pessoas e instituições que partilhem os seus objetivos.

Escultura L’Echo do Museu Soares dos Reis na Casa da Música

9 de Janeiro, 2025

A escultura L’ Echo (1915), obra do acervo do Museu Nacional Soares dos Reis, está a partir de hoje na Casa da Música, coincidindo com a abertura da temporada de programação para 2025, ano de celebração do 20º Aniversário da Casa da Música.

 

A iniciativa decorre no âmbito do projeto Outros Lugares, visando reforçar as relações de colaboração que o Museu Nacional Soares dos Reis tem vindo a cimentar com instituições culturais da cidade do Porto. Em 2025, o MNSR dá continuidade à parceria já estabelecida com a Casa da Música, apresentando peças selecionadas do seu acervo relacionadas com a música.

 

L’ Echo é uma escultura em gesso, datada de 1915, de autoria de Maria Ribeiro (Porto 1891-1989), doada pela própria ao Museu Nacional Soares dos Reis. Maria da Glória Ribeiro da Cruz pode considerar-se entre as primeiras alunas de Escultura com formação na Escola de Belas Artes do Porto. Fez estudos complementares em Paris, onde expôs no Salon de 1914.

 

A designação que atribuiu a este modelo de L’Echo, datado já numa fase de regresso ao Porto, parece revelar uma certa permeabilidade dos artistas portugueses a temas caros à arte francesa. Por sua vez, o tratamento do modelo nu mostra a persistência do estudo da figura humana no ensino de Escultura, que se estende muito para além dos primórdios do século XX.

António Ponte reconduzido como Diretor do Museu Soares dos Reis

27 de Dezembro, 2024

A Museus e Monumentos de Portugal, EPE anunciou, hoje, a nomeação de António Ponte para um novo mandato como Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis e Casa-Museu Fernando de Castro, no Porto, cargo que desempenha desde abril de 2021.

 

Doutorado em Museologia pela Universidade do Porto, foi Diretor Regional da Cultura do Norte, Diretor do Paço de Duques de Bragança, em Guimarães, Coordenador do Museu de Vila do Conde e Presidente da Fundação Côa Parque. Desenvolve atividade docente no Instituto Politécnico do Porto e na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e é, desde 2020, Vice-Presidente do Comité Internacional do ICOM – DEMHIST.

Campanha Especial de Natal com descontos em Livros e Catálogos

5 de Dezembro, 2024

Campanha promocional de Natal a decorrer na loja do Museu Nacional Soares dos Reis, com descontos até 50%, em vários livros e catálogos, de temáticas relacionadas com Arte e Património.

 

Até 5 janeiro 2025.

De terça a domingo, das 10h00 às 18h00. Entrada livre para acesso à loja do MNSR.

Títulos disponíveis:

 

  • Esperando o sucesso. Henrique Pousão
  • Fábrica de Loiça de Miragaia
  • Obras-primas da cerâmica japonesa
  • Transparência. Abel Salazar
  • Vasos gregos.
  • Biombos Namban
  • A Índia em Portugal
  • Amadeo Souza-Cardoso Porto Lisboa, 2016-1916
  • Azul e Ouro
  • Desenhos Mestres Europeus Coleções Portuguesas II: Itália e Portugal
  • European Master Drawing from Portuguese Collections: Italy and Portugal
  • Espaços Imprevisíveis
  • João Allen – colecionar o mundo
  • Júlio Resende – a palavra e a mão

Ação de Formação para Professores em parceria com o PNA

29 de Novembro, 2024

Em parceria com o PNA – Plano Nacional das Artes, o Museu Nacional Soares dos Reis promove uma Ação de Curta Duração (ACD), com duração de 3 horas, para Professores do 2º Ciclo | 5º Ano, em formato de laboratório experimental, dedicada ao tema ‘O Museu como ferramenta educativa: fazer, pensar e sentir com a arte’.

 

A ação é limitada a 15 participantes, estando agendada para o dia 7 dezembro, das 10h00 às 13h00, no Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Tendo como destinatários docentes das áreas disciplinares de História e Geografia de Portugal; Português; Matemática; Educação Visual e Tecnológica (Grupos de recrutamento 200, 210, 220, 230, 240), a ACD visa:

 

  1. Reconhecer o Museu e a Arte como agentes facilitadores no processo de ensino e aprendizagem das diferentes áreas disciplinares envolvidas;
  2. Identificar obras de arte com conexões curriculares para as diferentes áreas disciplinares;
  3. Explorar recursos e estratégias de trabalho transdisciplinar.

 

A participação é gratuita e será feito o pedido de certificação como Ação de Curta Duração de 3 horas. As inscrições devem ser efetuadas até ao dia 5 dezembro através de formulário online disponível AQUI.

MNSR organiza Colóquio ‘CAC 50 anos – A democratização vivida’

28 de Novembro, 2024

O Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) promove no próximo dia 6 dezembro, a partir das 10 horas, o Colóquio ‘CAC 50 anos – A democratização vivida’, numa iniciativa realizada em parceria com a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, no âmbito da exposição homónima atualmente patente ao público no MNSR.

 

A participação é gratuita, estando sujeita a inscrição prévia através de formulário online.

O Centro de Arte Contemporânea (CAC) funcionou no Museu Nacional Soares dos Reis de 1976 a 1980, nascendo de um movimento de protesto ocorrido em 1974 e conhecido como “Enterro do Museu Nacional de Soares dos Reis”. Este período foi marcado por profundas mudanças políticas e sociais pós-25 de Abril, refletidas no setor cultural.

 

Graças aos contributos de Fernando Pernes, Etheline Rosas e Mário Teixeira da Silva, o CAC organizou cerca de 100 exposições e várias atividades culturais, fruto de parcerias com embaixadas, institutos culturais e outras instituições. O objetivo era criar um Museu Nacional de Arte Moderna no Porto, concretizado mais tarde com o Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves. O CAC formou, ainda, uma coleção de arte contemporânea, com obras adquiridas pelo MNSR e doações de artistas e colecionadores.

 

Com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, a exposição ‘Centro de Arte Contemporânea – 50 anos: A Democratização Vivida’, patente no MNSR até 29 dezembro 2024, revisita a história desta aventura primordial no contexto institucional português. Por sua vez, o colóquio que agora será realizado visa suscitar e estimular o pensamento crítico sobre o impacto e o papel precursor que o CAC teve na promoção da arte contemporânea em Portugal.

 

O colóquio, resultado de uma parceria entre o Museu Nacional Soares dos Reis e a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde Fernando Pernes exerceu atividade docente, contará com painéis de discussão, nos quais colaboram responsáveis por instituições culturais, programadores, críticos de arte, investigadores, galeristas e artistas, proporcionando uma reflexão sobre a importância da liberdade e da descentralização cultural para o processo democrático do país.

 

Integrando o programa oficial das Comemorações dos 50 Anos do 25 de abril, a mostra e respetivo colóquio ‘Centro de Arte Contemporânea – 50 anos: A Democratização Vivida’ contam com mecenato do BPI e Fundação “la Caixa”, e o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do MNSR.

 

Programa

 

10h00 – Acolhimento

10h30 – Abertura do colóquio

10h45 – Painel I – Museus e programação em centros culturais de arte contemporânea

Intervenientes – Marta Almeida (Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto), Marta Mestre (Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães) e João Laia (Departamento de Arte Contemporânea, Ágora, Cultura e Desporto, Porto).

Moderação: Ana Nascimento (MNSR)

 

11h45 – Intervalo

 

12h00 – Painel II – Galerias e colecionismo privado

Intervenientes – Adelaide Duarte (Instituto de História da Arte, Universidade Nova de Lisboa), Pedro Álvares Ribeiro (Casa de São Roque e colecionador, Porto) e Fernando Santos (Galeria Fernando Santos, Porto)

Moderação: Ana Mântua (MNSR)

 

13h00/15h00 – Pausa

 

15h00 – Painel III – Contextos críticos

Intervenientes: Sílvia Tavares Chicó (crítica de arte, Lisboa), Bernardo Pinto de Almeida (Faculdade de Belas Artes da Universidade, Porto), Maria de Fátima Lambert (Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico do Porto).

Moderação: Lúcia Almeida Matos (Faculdade de Belas Artes da Universidade, Porto).

 

16h00 – Intervalo

 

16h30 – Painel IV – A palavra aos artistas

Intervenientes: António Quadros Ferreira, Carlos Carreiro, Emília Nadal, Graça Martins, Joaquim Pinto Vieira, Manuel Casimiro, Zulmiro de Carvalho.

Moderação: Miguel von Hafe Pérez (curador da exposição) e Inês Silvestre (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa).

Visitas temáticas à obra ‘Descida da Cruz’, de Domingos Sequeira

20 de Novembro, 2024

Adquirida pela Fundação Livraria Lello e colocada em depósito no Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR), a pintura ‘Descida da Cruz’, de Domingos Sequeira, integra o circuito expositivo do MNSR desde junho último e tem despertado a atenção e curiosidade dos visitantes.

 

Com o objetivo de permitir uma fruição mais detalhada sobre a obra, serão realizadas visitas temáticas, com duração de 15 minutos e sujeitas à lotação de 10 pessoas por sessão.

 

As visitas são gratuitas, mediante inscrição prévia, através do formulário online.

Calendário das Visitas

3 dezembro (terça-feira), 17h30, visita orientada por Ana Paula Machado

5 dezembro (quinta-feira), 17h30, visita orientada por Ana Nascimento

10 dezembro (terça-feira), 17h30, visita orientada por Ana Paula Machado

12 dezembro (quinta-feira), 17h30, visita orientada por Ana Nascimento

 

‘Descida da cruz’, pintura sacra datada de 1827, faz parte de um grupo de quatro pinturas tardias de Domingos Sequeira, executadas em Roma, onde o artista morreu em 1837.

 

Domingos Sequeira é considerado o mais talentoso e original pintor português do seu tempo, tendo desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento da arte portuguesa de início do século XIX.

Museu Nacional Soares dos Reis renova Exposição de Longa Duração

19 de Novembro, 2024

A partir do próximo dia 25 novembro, o Museu Nacional Soares dos Reis dará início ao processo de renovação da Exposição de Longa Duração, introduzindo novas peças na narrativa expositiva.

 

Inaugurada em abril de 2023, a Exposição de Longa Duração (ELD) do Museu foi concebida com o objetivo de permitir a rotatividade de peças, visando a introdução regular de novidades que potenciem o aumento de públicos e a atração de visitantes.

 

Sendo um espaço vivo e dinâmico, com uma intensa programação regular, o Museu Nacional Soares dos Reis possui um acervo muito rico e diverso. A maior parte das obras encontra-se em reserva, já que a ELD apresenta apenas 1133 das cerca de 18.000 peças que compõem a totalidade do acervo.

A renovação da ELD permitirá expor as novas incorporações, fruto de recentes aquisições e doações, bem como depósitos e cedências particulares e institucionais, onde se incluem a Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea e o Novo Banco.

 

Entre as novidades a introduzir na Exposição de Longa Duração destacam-se reproduções de algumas das fotografias artísticas realizadas por Aurélia de Souza, cujo acervo, composto por cerca de duas centenas de negativos de vidro, foi adquirido pela Museus e Monumentos de Portugal, EPE através da Comissão para a Aquisição de Obras de Arte para os Museus e Palácios Nacionais.

 

Das recentes aquisições, salientam-se ainda o «Autorretrato do 1.º Marquês de Montebelo com seu filho Francisco e a aia D. Bernardina», considerado um dos primeiros autorretratos portugueses; a pintura «Cena de interior com grupo familiar da Casa dos Marqueses de Pombal» de Nicolas Delerive; a pintura «Pateo do Martel» de José Malhoa e a cama de campanha inglesa de João Francisco Allen.

 

A ELD será ainda enriquecida com o Autorretrato do pintor Raul Maria Pereira, recentemente doado ao Museu Nacional Soares dos Reis por Mariele Delucchi Pereira (neta do pintor) e família. A galeria de desenhos de Soares dos Reis receberá, igualmente, novas incorporações, assim como a sala dedicada a Henrique Pousão.

 

De igual modo, serão expostas obras que, no momento da reabertura do Museu, integravam exposições temporárias, nomeadamente “Vida e Segredo. Aurélia de Souza 1866-1922” e “António Carneiro. O poeta com pincéis”.

 

Com uma História de quase 200 anos, o Museu Nacional Soares dos Reis procura proporcionar oportunidades para novas leituras e novas narrativas, valorizando sempre o património cultural que integra e honrando a história de que é herdeiro.

 

Distribuídas por 27 salas de exposição, as peças selecionadas para a Exposição de Longa Duração contam a história do museu e da arte portuguesa, sobretudo do século XIX.

 

Estima-se que esta primeira renovação da Exposição de Longa Duração, após a reabertura do MNSR, esteja concluída no início do mês de dezembro.

Diretor do MNSR no Encontro da Rede de Museus do Médio Tejo

18 de Novembro, 2024

O Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis, António Ponte, apresenta hoje a comunicação “Uma exposição de longa duração como curadoria global do Museu Nacional Soares dos Reis”, no 6.° Encontro da Rede de Museus do Médio Tejo, organizado em parceria com o Município do Torres Novas, sob o tema “A investigação em museus”.

 

Assumindo a pertinência da temática que foi igualmente eleita como o mote para do Dia Internacional dos Museus em 2024, a organização da iniciativa pretende dar mais um passo para a consolidação do seu trabalho e para a afirmação da atividade do setor nas diferentes áreas e contextos culturais, sociais, económicos e ambientais, da região e do próprio território nacional.

 

Com um programa que pretende dar a conhecer equipamentos e projetos de referência nacional, Torres Novas será palco da reunião de alguns especialistas nacionais na área da museologia e de momentos que permitirão refletir e discutir sobre outras importantes e emergentes áreas de atuação.

A Rede de Museus do Médio Tejo foi constituída em 2018, resultado de um protocolo entre a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e o Instituto Politécnico de Tomar.

 

Trata-se de uma estrutura informal composta por museus e núcleos museológicos integrados na Rede Portuguesa de Museus, outros museus municipais, entidades museológicas do Estado Português e privadas que, entre outras iniciativas, tem realizado um Encontro anual.

Catálogo da Exposição ‘CAC – 50 anos’ já disponível

15 de Novembro, 2024

O catálogo da Exposição ‘Centro de Arte Contemporânea – 50 anos: A Democratização Vivida’ está, a partir de hoje, disponível para venda na loja do Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Com base num trabalho meticuloso de levantamento documental realizado por Inês Silvestre, o catálogo, com conceção gráfica de Márcia Morais, conta ainda com dois artigos do curador da exposição, Miguel von Hafe Pérez, e três ensaios da autoria de Leonor Oliveira, Sofia Ponte e Adelaide Duarte.

 

A mostra revisita a história dos acontecimentos que, em 1974, conduziram à criação do Centro de Arte Contemporânea, recriando alguns dos seus momentos expositivos e trazendo à luz muitos documentos gráficos pouco conhecidos.

Nascido de uma reclamação da cidade, o CAC – Centro de Arte Contemporânea instala-se, cerca de dois anos depois, justamente no Museu Nacional Soares dos Reis, graças aos contributos de Fernando Pernes, Etheline Rosas e Mário Teixeira da Silva.

 

De 1976 a 1980, o Centro de Arte Contemporânea promoveu cerca de 100 exposições e várias atividades culturais. Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa, Álvaro Lapa, Júlio Pomar, Emília Nadal, Eduardo Nery, entre tantos outros, mostram as suas obras de forma antológica pela primeira vez no Porto.

 

Um intenso dinamismo de programação só possível graças ao estabelecimento de parcerias com embaixadas, institutos culturais estrangeiros e instituições, que permitiram a apresentação de importantes exposições de arte contemporânea em itinerância nacional e internacional no Porto.

 

Integrando o programa oficial das Comemorações dos 50 Anos do 25 de abril, a mostra ‘Centro de Arte Contemporânea – 50 anos: A Democratização Vivida’ ficará patente no Museu Nacional Soares dos Reis até 29 dezembro 2024, contando com mecenato do BPI e Fundação “la Caixa”, e apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do MNSR.

Jornada sobre Prevenção do Tráfico Ilícito de Bens Culturais

13 de Novembro, 2024

No próximo dia 15 novembro, o Museu Nacional Soares dos Reis recebe a visita dos participantes da Jornada sobre Prevenção do Tráfico Ilícito de Bens Culturais.

 

Com o apoio do Município do Porto, a Jornada sobre Prevenção do Tráfico Ilícito de Bens Culturais vai decorrer, nos dias 14 e 15 de novembro, no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

A iniciativa marca, pela primeira vez em Portugal, o Dia Internacional contra o Tráfico Ilícito de Bens Culturais, que se assinala a 14 de novembro, com organização do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e o apoio do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e da Câmara do Porto.

Ao longo de dois dias, a reflexão pretende sublinhar a importância da Convenção da UNESCO de 1970, contribuindo para aumentar a consciencialização, melhorar o intercâmbio de informações e cooperação (incluindo com países não pertencentes à União Europeia) e fortalecer a capacitação e especialização, com a apresentação de novos projetos internacionais relacionados com a prevenção do tráfico ilícito.

 

Os trabalhos do dia 14 de novembro serão dirigidos em inglês, sem lugar a tradução simultânea. No dia seguinte, estão previstas duas visitas que serão orientadas em português. A primeira está marcada para as 10h30, no Museu Romântico, e a segunda para as 12h30, no Museu Nacional Soares dos Reis.

Em ambos os dias, a entrada é livre, estando todas as atividades sujeitas a registo prévio.

MNSR integra programação do novo evento Circuitos’24

12 de Novembro, 2024

Nos próximos dias 15, 16 e 17 de novembro, cerca de 50 espaços do Porto dedicados à arte contemporânea abrem portas para um novo evento: Circuitos’24.

 

Sendo o mais antigo museu de arte de Portugal, berço do Centro de Arte Contemporânea, o Museu Nacional Soares dos Reis integra a iniciativa, promovida pela Galeria Municipal do Porto, que visa dar visibilidade às pessoas e aos projetos que formam o tecido artístico da cidade. Assim, o fim de semana tem como principal objetivo fortalecer o contacto e a familiaridade entre o público e a produção contemporânea da cidade.

 

Dos contextos institucionais e museológicos, passando pelos espaços de arte autogeridos por artistas e as galerias comerciais, cada um destes espaços de criação, mostra e pensamento integra uma sugestão de circuito diário, à qual acresce uma lista de eventos com diferentes propostas programáticas, entre inaugurações, concertos, performances, conversas e outras atividades.

Durante a iniciativa Circuitos’24 será ainda lançado o Mapa de Arte Contemporânea do Porto, uma plataforma digital que pretende permitir o acesso rápido à localização e informações sobre uma ampla variedade de espaços de arte contemporânea na cidade.

 

Para além da Exposição de Longa Duração, os visitantes do Museu Nacional Soares dos Reis terão ainda oportunidade de conhecer e explorar as seguintes exposições temporárias:

 

CAC 50 anos: A Democratização Vivida

Integrando o programa oficial das Comemorações dos 50 Anos do 25 de abril, e com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, a exposição ‘Centro de Arte Contemporânea – 50 anos: A Democratização Vivida’ evoca a história do CAC – Centro de Arte Contemporânea, embrião da Fundação de Serralves e do seu Museu de Arte Contemporânea. Conhecido como o ‘Enterro do Museu’, ocorrido a 10 junho de 1974, o protesto de artistas realizado à porta do Museu viria a dar origem à criação do Centro de Arte Contemporânea (CAC 1976-1980).

A exposição revisita a história desta aventura primordial no contexto institucional português, recriando alguns dos seus momentos expositivos e trazendo à luz muitos documentos gráficos pouco conhecidos.

 

Afinidades na Joalharia Contemporânea

O projeto Afinidades é um ciclo de cinco edições, com temáticas anuais, compostas por exposições, workshops e conversas que exploram momentos de sintonia, empatia e semelhança entre a cultura da comunidade criativa do quarteirão Bombarda e a história e acervo do Museu Nacional Soares dos Reis. Em 2024, o tema é a Joalharia Contemporânea, tendo a artista Inês Nunes como Curadora e a obra ‘Firmino’ como referência. O resultado das participações no concurso é apresentado numa exposição anual que demonstra as “afinidades” entre a peça do Museu selecionada e as criações dos diversos artistas.

 

Memória Próxima

As questões da memória têm sido objeto de pesquisa de João Paulo Serafim. Desde 2005, tem vindo a desenvolver o projeto MIIAC-Museu Improvável Imagem e Arte Contemporânea, no qual – através da fotografia e da bibliografia – combina memórias pessoais e coletivas.

Ao longo de 2024, numa residência artística no Museu Nacional Soares dos Reis, João Paulo Serafim explora os temas basilares do seu trabalho num processo que intitulou de ‘Memória Próxima’. O resultado dessa residência é apresentado no formato de exposição no Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Siza, Câmara Barroca

Exposição realizada no âmbito do projeto de investigação Siza Barroco, desenvolvido pelo Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. Siza Barroco é um projeto de investigação que visa pôr em evidência a relação entre a ideia de Barroco e a obra de Álvaro Siza. As relações entre a arquitetura de Álvaro Siza e o Barroco estão presentes em vários autores que escreveram sobre Siza, além de permanecerem no modo como o próprio Siza, referindo-se ao Porto e a Nasoni em textos escritos, anuncia o seu interesse e empenho em conhecer melhor a arquitetura e a cidade Barrocas.

 

Exposição/Instalação Luxúria

Luxúria é uma proposta artística de Pedro Bastos, que se compõe de formas e processos criativos complementares, entre imagem estática e extática, fruto de uma investigação artística, sensorial e técnica, com o recurso ao cruzamento multidisciplinar entre o digital e analógico, entre a imagem fixa e em movimento. Estabelecem-se diálogos a partir de iconografias comuns de luxúria na escultura medieval no Norte de Portugal, trazendo para a atualidade e para uma realidade cinematográfica e dramatizada, ou romantizada, estas temáticas, efetuando leituras e releituras das mesmas, salientando os seus aspetos estéticos sob o prisma de uma poética contemporânea.

‘Coroa de Víboras’, de Mina Gallos, vence Concurso Afinidades

11 de Novembro, 2024

A peça ‘Coroa de Víboras’, de autoria de Mina Gallos, elaborada em barro cozido e vidrado, é a grande vencedora do Concurso ‘Afinidades na Joalharia Contemporânea’.

 

Desde julho, a exposição homónima, com curadoria de Inês Nunes, deu palco a artistas e joalheiros do quarteirão Bombarda, cujos objetos artísticos foram inspirados pela escultura “Busto de Firmino”, de António Soares dos Reis, ligando o património do Museu Nacional Soares dos Reis à produção artística contemporânea.

 

As peças dos participantes foram, ao longo destes quatro meses, apreciadas pelos visitantes da exposição e por um júri especializado, composto por figuras de relevo da joalharia contemporânea. A eleição da peça vencedora traduz, assim, o resultado da soma das apreciações dos elementos do Júri e da votação do público.

Esta obra, representada pela Galeria Cruzes Canhoto, “destaca-se pela sua singularidade, expressão artística e contribuição para o universo da joalharia contemporânea”, considera o Júri.

 

Na descrição da autora Mina Gallos, a peça vencedora foi idealizada como “uma coroa de víboras como uma coroa de louros como uma coroa de espinhos”, evocando “a dualidade que se estabeleceu entre o mestre/artista (Soares dos Reis) e o aluno/modelo (Firmino) numa relação ambivalente de poder e submissão, de desejo e tentação. Um objeto que pode adornar a cabeça enquanto coroação da mestria artística, mas igualmente enquanto marca de um processo de martirização”.

 

O anúncio dos resultados do concurso decorreu, no passado sábado, durante a sessão de encerramento da primeira edição do Afinidades que regressará em 2025.

 

O projeto Afinidades é um programa plurianual desenvolvido pelo Museu Nacional Soares dos Reis em parceria com a Associação Quarteirão Criativo, contando com o mecenato do Super Bock Group e o apoio do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Sobre a autora *

Natural de Barcelos, Mina Gallos (Felismina Faria da Silva) encontra-se representada no Quarteirão Bombarda na Galeria Cruzes Canhoto. Desde cedo, mostrou interesse pela atividade de manipular o barro, tendo começado a executar os primeiros trabalhos, aos 11 anos, na Galante, uma das empresas de cerâmica da região que se dedicavam à produção de figurado de molde. Mais tarde, mudou-se para uma das empresas concorrentes, a Cerâmica Magrou, por onde haviam passado diversos mestres do figurado de Barcelos.

 

Em 2015, após a morte da mãe, Mina Gallos decidiu começar a criar peças da sua autoria. Os Galos e as Bonecas que desenvolveu, e que logo lhe granjearam alguma atenção por parte dos colecionadores de arte popular, continham já uma marca muito pessoal, refletindo quer a sua vasta experiência profissional quer a personalidade singular da artista.

 

Mais recentemente, dando asas à sua imaginação fértil e inquieta, começou a criar um conjunto de figuras do domínio do fantástico, onde os animais se confundem com feras e demónios, explorando o imaginário profundamente religioso e dualístico daquela região do Minho.

 

*Biografia adaptada do site Cruzes Canhoto

MNSR presente na AR-PA TURISMO cultural em Valladolid

8 de Novembro, 2024

De 15 a 17 novembro, o Museu Nacional Soares dos Reis estará representado na AR-PA TURISMO cultural, feira do Património, da Cultura e do Turismo Cultural, que se realiza em Valladolid – Espanha, como uma evolução da Feira AR&PA – Bienal Ibérica de Património Cultural.

 

AR-PA TURISMO cultural 2024 é um evento promovido pelo Conselho de Cultura, Turismo e Desporto da Junta de Castela e Leão, com o objetivo de juntar os intervenientes do setor do património cultural (material ou imaterial) de forma transversal e, simultaneamente, gerar cruzamentos entre as áreas fundamentais da Cultura e do Turismo.

 

A exemplo do que tem sucedido na última década, a Spira é a parceira portuguesa da Junta de Castela e Leão na organização deste certame, o qual contará com alguns representantes portugueses de caráter público, cuja atividade se interrelaciona com as entidades congéneres espanholas nas chamadas “Ilhas Temáticas” do evento.

 

A participação portuguesa estará assente em três grandes eixos temáticos (Gestão de Património, Cultura e Língua), contando com a presença do Museu Nacional Soares dos Reis que assegurará a representação da área da Cultura (Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E).

 

Na Gestão de Património, Portugal estará representado pelo Projeto Três Minas (Vila Pouca de Aguiar) e Fundação Côa Parque (Ministério da Cultura), enquanto a Comissão para as Comemorações dos 500 Anos do Nascimento de Camões representará a Língua Portuguesa.

Diretor do MNSR participa em conferência internacional de museus

29 de Outubro, 2024

O Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis, António Ponte, participa na Conferência “Museum Leadership in the 21st Century: Regional Challenges and Global Impacts”, a realizar em Livingstone, na Zâmbia, de 1 a 5 de novembro.

 

A iniciativa é organizada por vários comités do ICOM – International Council of Museums, a maior organização internacional de museus e profissionais de museus dedicada à preservação e divulgação do património natural e cultural mundial, tais como o INTERCOM, NATHIST, ICOM África, entre outros.

 

No dia 2 de novembro, António Ponte irá proferir a comunicação dedicada ao Museu Nacional Soares dos Reis: A Museum acts locally and thinks globally.

 

As linhas gerais da Conferência “Museum Leadership in the 21st Century: Regional Challenges and Global Impacts” são definidas por três temas principais, todos relacionados com a angariação de fundos, a transformação digital e o planeamento estratégico.

 

Os diferentes parceiros baseiam-se nos resultados do inquérito global de liderança INTERCOM 2021 e centram-se nos temas centrais desse inquérito em grande escala, especificamente a angariação de fundos, a gestão de museus, a transformação digital e o planeamento estratégico para o setor dos museus numa perspetiva regional.

 

O Museu Nacional Soares dos Reis é o único museu português representado no painel internacional de conferencistas.

 

Esta participação conta com a colaboração da Museus e Monumentos de Portugal, EPE e do CDJF Amigos do MNSR.

Vencedor do ‘Afinidades 2024’ anunciado a 9 novembro

29 de Outubro, 2024

O Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) e a Associação Quarteirão Criativo (QC) assinalam o fim da primeira edição do projeto Afinidades no próximo dia 9 de novembro de 2024. Culminando em celebração e no tão aguardado anúncio da peça vencedora do concurso, o evento terá lugar entre as 16h00 e as 18h30, no MNSR.

 

A programação de encerramento integra ainda o lançamento da publicação Afinidades na Joalharia Contemporânea, que documenta todo o percurso desta edição e cataloga a participação dos 18 artistas representados na exposição. Será também aberta a votação para a escolha do tema do Programa Afinidades 2025, promovendo uma nova fase de envolvimento com a comunidade.

Programa

16h00

  • Abertura da Sessão
  • Apresentação da jornada da primeira edição do Afinidades
  • Abertura da votação do tema do Afinidades 2025
  • Lançamento da Publicação ‘Afinidades na Joalharia Contemporânea’

 

16h30

  • Anúncio da Peça Vencedora

 

16h45 – 18h30

  • Convívio e Celebração

 

Desde julho, a exposição “Afinidades na Joalharia Contemporânea”, com curadoria de Inês Nunes, deu palco a artistas e joalheiros do quarteirão Bombarda, cujos objetos artísticos foram inspirados pela escultura “Busto de Firmino”, de António Soares dos Reis, ligando o património do MNSR à produção artística contemporânea.

 

As peças dos participantes foram, ao longo destes quatro meses, apreciadas pelos visitantes da exposição e por um júri especializado, composto por figuras de relevo da joalharia contemporânea. O anúncio da peça vencedora abrirá caminho para a sua integração na loja do MNSR.

 

Este programa plurianual é desenvolvido pelo Museu Nacional Soares dos Reis em parceria com a Associação Quarteirão Criativo, contando com o mecenato do Super Bock Group e o apoio do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

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