Calendário de Atividades
Exclusivo para Sócios
do Círculo Dr. José Figueiredo
Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis
Visita Orientada Ostentar, encantar, cultura material no século XVIII
1 setembro, terça-feira, 15h00
No século XVIII, a Europa viveu um florescimento manufatureiro e comercial, criando objetos que encantavam os sentidos e afirmavam o estatuto social das elites. Estojos requintados e aquários imaginativos revelam uma cultura de luxo, arte e engenho. Ao percorrer estas peças, o visitante descobre não só a sua função, mas também histórias subtis sobre o quotidiano e os valores da época.
Visita Orientada Arte e Palavra no MNSR
19 setembro, sábado, 11h00
Nesta visita, o Museu Nacional Soares dos Reis transforma-se num palco onde a arte portuguesa dialoga com as grandes narrativas da humanidade: dos versos austeros do Eclesiastes à crítica social e às paixões humanas na literatura, passando pelas tempestades do Romantismo até ao impulso incendiário do Manifesto Futurista.
Ao longo do percurso, cruzaremos pintura e escultura do MNSR com textos literários e filosóficos, revelando como cada obra reflete conflitos que atravessam séculos e civilizações: o desejo, a fome de absoluto, a queda e a redenção, o sonho de futuro e a nostalgia do passado.
Visita Orientada Close-up – Uma questão de escala
27 setembro, domingo, 11h00
E se o pequeno se revelar maior? É este o ponto de partida da exposição Close-up: Uma questão de escala.
Inserida no programa MNAA no MNSR, reúne uma criteriosa seleção de objetos do Museu Nacional de Arte Antiga. Dos modelos de microarquitetura aos relógios de bolso, evidencia o virtuosismo técnico de artistas e artesãos que, ao longo dos séculos, exploraram as potencialidades da pequena escala em diferentes técnicas, estilos e geografias, mas também o caráter íntimo e afetivo adjacente a estes objetos.
Os seis núcleos temáticos que dão forma a esta mostra convidam o público a desacelerar, convocando a aproximação às obras para uma observação cuidada e demorada.
Mais do que uma questão de escala, o pequeno revela que a grandeza de uma obra de arte não se define pela sua monumentalidade, mas pela intensidade da experiência que é capaz de suscitar.

