Público
Jovens e adultos
Duração
50 minutos
Inscrições
Formulário online (até 48 horas de antecedência)
Visita Orientada De seu próprio motu: estudos e pinturas do ciclo final de Domingos Sequeira
2 abril, quinta-feira, 17h00
Nos últimos anos da sua atividade artística, Domingos António de Sequeira (1768–1837) concebe um ciclo de quatro grandes composições religiosas: Adoração dos Magos, Descida da Cruz, Ascensão e Juízo Final.
Os quatro estudos de composição em cartão, pertencentes ao Museu Nacional de Arte Antiga, apresentam-se agora em diálogo com os estudos de figura do Museu Nacional Soares dos Reis e com duas das pinturas correspondentes – Descida da Cruz (Fundação Livraria Lello) e Adoração dos Magos (MNAA).
Executados praticamente à escala final, estes desenhos revelam a construção progressiva das composições, desde a organização da luz e sombra até à fixação das expressões e gestos. A reunião dos cartões com as duas pinturas permite compreender, de forma particularmente clara, o diálogo entre ideia e realização, e entre desenho e pintura, na maturidade do percurso artístico de Sequeira.
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Visita Orientada Série de esmaltes da Pequena Paixão
8 abril, quarta-feira, 17h00
No início do século XVI, o tema da Paixão de Cristo assume importância central na arte europeia. A expansão das práticas devocionais individuais e a valorização da meditação afetiva sobre o sofrimento de Cristo tornam-no um dos ciclos religiosos mais representados em todas as artes. Albrecht Dürer publica, em 1511, a série de gravuras intitulada Pequena Paixão. A obra foi decisiva para a fixação da iconografia do tema e para a sua receção, graças à difusão sem precedentes que alcançou. As oficinas de esmalte pintado de Limoges utilizaram frequentemente essas gravuras para criar pequenas pinturas em esmalte sobre cobre, simplificando, reorganizando e recriando a matriz gráfica, transformando-a em objetos de luxo, situados na fronteira entre as belas-artes e as artes decorativas. O MNSR conserva um raro conjunto dessas pinturas.
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Visita Orientada Natureza-morta na coleção do MNSR
10 abril, sexta-feira, 15h00
Na hierarquia da pintura europeia definida pelas academias de Paris e de Roma, a natureza-morta ocupava uma posição abaixo da pintura de história, da mitologia, do retrato e da paisagem. Pintura de objetos inanimados, flores, frutos, plantas, insetos ou objetos utilitários, foi muitas vezes entendida como exercício e recurso para alguns pintores. No século XVII ganhou lugar de relevo, nas Repúblicas dos Países Baixos, graças ao interesse de uma burguesia enriquecida pelo comércio colonial.
No acervo do Museu Nacional Soares dos Reis há um conjunto de obras que agora fazem parte do discurso expositivo da exposição de longa duração, enquanto outras são motivo para uma nova leitura na exposição temporária de Rita Magalhães.
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Visita Orientada Desenhos de mestres franceses em coleções portuguesas
17 abril, sexta-feira, 15h00
Primeira exposição dedicada a desenhos franceses de coleções públicas e privadas portuguesas, e a terceira e última edição de uma série de exposições organizadas com o intuito de divulgar o pouco conhecido acervo de desenhos de antigos mestres conservado no nosso país.
Com esta exposição, pretende-se mostrar que a história da influência do desenho francês em Portugal é diferente, apesar de acidentada e sujeita a flutuações políticas. De facto, a presença de muitos artistas franceses em solo português desde o início do século XVIII até ao início do século XX – e o seu impacto nos desenvolvimentos da arte portuguesa, especialmente das artes decorativas – é a grande revelação da presente seleção de obras.
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Visita Orientada Fernando de Castro: poeta do desalento, caricaturista do riso
24 abril, sexta-feira, 15h00
Fernando de Castro descobriu, por um lado, o prazer de desenhar através das caricaturas e do humor e, por outro lado, tanto quanto sabemos, a ligação à escrita após a morte do sobrinho. Esta visita propõe confrontar o lado humorístico com o lado mais religioso, romântico e, por vezes, até desalentado, do colecionador portuense. O percurso será ainda acompanhado pela leitura de poemas de autores que marcaram o panorama literário dos séculos XIX-XX.
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Visita Orientada Desenhos de mestres franceses em coleções portuguesas
26 abril, domingo, 11h00
Primeira exposição dedicada a desenhos franceses de coleções públicas e privadas portuguesas, e a terceira e última edição de uma série de exposições organizadas com o intuito de divulgar o pouco conhecido acervo de desenhos de antigos mestres conservado no nosso país. Com esta exposição, pretende-se mostrar que a história da influência do desenho francês em Portugal é diferente, apesar de acidentada e sujeita a flutuações políticas. De facto, a presença de muitos artistas franceses em solo português desde o início do século XVIII até ao início do século XX – e o seu impacto nos desenvolvimentos da arte portuguesa, especialmente das artes decorativas – é a grande revelação da presente seleção de obras.
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Visita Orientada Fernando de Castro: um colecionador com sentido de humor
26 abril, domingo, 15h00
Pelo menos desde 1911, Fernando de Castro descobriu o prazer de desenhar e pintar evidenciando os traços caricaturais dos seus retratados. O resultado apresentado nesta exposição provem de um campo de investigação inovador, uma vez que nunca se estudou esta faceta caricatural do colecionador (as caricaturas que produz e as que coleciona), e aborda a faceta mais humorística ou sarcástica da personalidade deste colecionador.
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