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Atividades AMNSR | Janeiro

2026-01-31
2026-01-01

Calendário de Atividades
Exclusivo para Sócios

do Círculo Dr. José Figueiredo
Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis

 

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Visita Orientada à Exposição Ver sem Pressa o que não me pertence
9 janeiro, sexta-feira, 11h00

Nome de referência no panorama da fotografia portuguesa, Céu Guarda apresenta uma exposição assente em múltiplas dimensões de diálogo: o que se estabelece com as peças do Museu, das quais isola e fixa os planos captados pelo seu olhar; o que estabelece com os autores do Museu, na coincidência da prática do desenho académico e na atualização do meio pelo qual a exprime, a fotografia.

 

Visita Orientada “Portugueses pelo Mundo” – Artistas portugueses em Roma
11 janeiro, domingo, 11h00 

Roma foi o coração do ensino artístico europeu desde o século XVI até cerca de 1830. Verdadeira cidade-arquivo onde a Antiguidade, o Renascimento e o ideal académico se tornavam experiência viva, a ela acorreram e nela se cruzaram artistas de todo o Mundo. Graças a esse cosmopolitismo, a “espinha dorsal” do ensino na Accademia di San Luca, o desenho, a anatomia e a pintura de história, viu-se replicada por todas as academias europeias. Foram muitos os artistas portugueses que aprenderam em Roma e muitos também os que, apaixonados pela cidade, lá se instalaram longamente. Venha conhecer alguns deles.

 

Visita O fascínio do Urushi, móveis japoneses para Portugal
20 janeiro, terça-feira, 15h00

A laca, oriunda da seiva de uma árvore, Rhus verniciflua, era aplicada no mobiliário e em inúmeros artefatos do quotidiano no Japão. Os portugueses no século XVI foram sensíveis ao fascínio exercido por esse luxuoso material, brilhante, impermeável e suscetível de inúmeras ornamentações, estando na origem de um fluxo de produção de peças, denominado lacas Namban que foram exportadas do Japão para Portugal.

 

Visita Portugueses pelo Mundo – Artistas portugueses em Paris
25 janeiro, domingo, 11h00

Pelos anos 30 e 40 do século XIX, Paris começou a tornar-se o coração pulsante da vida artística europeia, substituindo Roma como ponto de encontro de artistas de toda a Europa. Ao contrário de Roma, onde o mecenato da Igreja e da corte continuava a ser predominante, Paris desenvolveu um mercado de arte público dinâmico. Os Salons, abertos a todos os artistas após a Revolução Francesa, atraíam centenas de milhares de visitantes, gerando oportunidades inigualáveis de reconhecimento e de contacto com colecionadores. A Paris do Barão Haussmann, dos boulevards e dos cafés, era cosmopolita, boémia, livre e criativa, tornando-se o epicentro das vanguardas artísticas europeias. Os nossos artistas viveram-na intensamente. Venha ver como.

 

Visita Fernando de Castro: um colecionador com sentido de humor
31 janeiro, sábado, 11h00

Pelo menos desde 1911, Fernando de Castro descobriu o prazer de desenhar e pintar evidenciando os traços caricaturais dos seus retratados. O resultado apresentado nesta exposição provem de um campo de investigação inovador, uma vez que nunca se estudou esta faceta caricatural do colecionador (as caricaturas que produz e as que coleciona), e aborda a faceta mais humorística ou sarcástica da personalidade deste colecionador.

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