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Tipo: Exposições

Exposição Afinidades na Joalharia Contemporânea

Afinidades na Joalharia Contemporânea

 

De 6 julho a 16 novembro 2024

3ª feira a domingo, 10h00 / 18h00

A mostra é resultado do concurso do projeto plurianual ‘Afinidades’, desenvolvido pelo Museu Nacional Soares dos Reis, em parceria com a Associação Quarteirão Criativo, contando com o suporte mecenático do Super Bock Group, bem como o apoio do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Entre 6 julho e 16 novembro, a exposição apresenta peças de joalharia elaboradas por joalheiros e artistas de diferentes áreas disciplinares, representados no Quarteirão Bombarda, desenvolvidas tendo por inspiração a escultura e dois desenhos preparatórios de ‘Firmino’, da autoria de António Soares dos Reis e pertencentes ao acervo do MNSR.

 

Ana Pina, Andreia Reimão, Benedetta Grasso, Carla Faro Barros, Diogo Dalloz, Joana Santos, Luís Mendonça, Luma Boêta, Margarida Valente, Maria João Portal, Mina Gallos, Monica Faverio, Noemí Díaz Patiño, Paula Castro, Paulo Azevedo, Sílvia Pinto Costa, Susana Barbosa e Telma Pinto de Oliveira, são os autores das propostas que serão votadas pelos visitantes da exposição e por um júri, processo através do qual se elegerá uma peça vencedora com a consequente integração da mesma na Loja do Museu.

Exposição CAC – 50 anos: A Democratização Vivida

‘10 de junho de 1974. Não se cumpriram ainda dois meses da Revolução dos Cravos e já no Porto uma ação de rua inscreve na história da construção de centros culturais e espaços museológicos dedicados à criação contemporânea um momento inédito e até hoje sem paralelo’, descreve Miguel von Hafe Pérez, curador da exposição temporária ‘Centro de Arte Contemporânea –  50 anos: A Democratização Vivida’.

 

A mostra recorda esse acontecimento e evoca a história do CAC – Centro de Arte Contemporânea, embrião da Fundação de Serralves e do seu Museu de Arte Contemporânea.

Protagonizado por artistas e intelectuais da cidade ligados a instituições como a Cooperativa Árvore, o Teatro Experimental do Porto, a Seiva Trupe ou o Cineclube do Porto, o “Enterro do Museu Soares dos Reis” dá voz a uma reivindicação popular alimentada pela pulsão efervescente de abertura à modernidade, resgatada do pesado silêncio da ditadura.

 

Nascido de uma reclamação da cidade, o CAC — Centro de Arte Contemporânea instala-se, cerca de dois anos depois, justamente no Museu Nacional Soares dos Reis, graças aos contributos de Fernando Pernes, Etheline Rosas e Mário Teixeira da Silva.

 

De 1976 a 1980, o Centro de Arte Contemporânea promoveu cerca de 100 exposições e várias atividades culturais. Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa, Álvaro Lapa, Júlio Pomar, Emília Nadal, Eduardo Nery, entre tantos outros, mostram as suas obras de forma antológica pela primeira vez no Porto.

 

Um intenso dinamismo de programação só possível graças ao estabelecimento de parcerias com embaixadas, institutos culturais estrangeiros e instituições, que permitiram a apresentação de importantes exposições de arte contemporânea em itinerância nacional e internacional no Porto.

 

Com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, a exposição ‘Centro de Arte Contemporânea –  50 anos: A Democratização Vivida’ revisita a história desta aventura primordial no contexto institucional português, recriando alguns dos seus momentos expositivos e trazendo à luz muitos documentos gráficos pouco conhecidos.

 

Integrando o programa oficial das Comemorações dos 50 Anos do 25 de abril, a mostra ‘Centro de Arte Contemporânea –  50 anos: A Democratização Vivida’ ficará patente no Museu Nacional Soares dos Reis até ao final de 2024, contando com o apoio mecenático do BPI e Fundação “la Caixa”, e o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do MNSR.

Exposição temporária ‘Oh, o Horror!’

Exposição temporária ‘Oh, o Horror!’

 

Curadoria de Susana Henriques

 

De 18 maio a 30 junho 2024

3ª feira a domingo, 10h00 / 18h00

A exposição temporária ‘Oh, o Horror!’ resulta da realização de um trabalho académico desenvolvido no MNSR por Susana Henriques, durante o 2º Ano do Mestrado em História da Arte, Património e Cultura Visual (Faculdade de Letras da Universidade do Porto).

 

A mostra constitui, portanto, um ato de comunicação pública do trabalho académico dedicado ao pensamento sobre o Terror e as suas manifestações na arte, enquanto reflexo das preocupações e ansiedades da sociedade.

 

Esta reflexão académica evidencia certos códigos imagéticos e simbólicos do Terror, que as artes visuais, a literatura ou o cinema fazem renascer continuamente desde a época Romântica. Sendo o período romântico caraterizado pelo foco na introspeção e de valorização das emoções, revela-se uma época propícia a uma renovada análise crítica nas artes, particularmente na revisitação ao Gótico, da qual surgem novas ideias que evoluem continuamente até aos dias de hoje.

 

A Exposição ‘Oh, o Horror!’ integra obras das várias coleções do Museu Nacional Soares dos Reis, colocadas em diálogo com posters e imagens de filmes de terror e estará patente ao público até 30 junho.

Instalação Sonora ECO ( ) LAPSO

Instalação Sonora ECO ( ) LAPSO 

 

Curadoria de Rui Pinheiro

 

De 11 maio a 28 julho 2024

3ª feira a domingo, 10h00 / 18h00

A instalação sonora ECO ( ) LAPSO, da autoria de Henrique Fernandes/ Sonoscopia, estabelece um diálogo entre a escultura em gesso L’ Echo! (1915), de Maria Ribeiro (Porto 1891-1989), obra do acervo do Museu Nacional Soares dos Reis, e uma composição musical produzida a partir de gravações sonoras e material de arquivo relacionados com o 25 de abril.

 

A presente obra explora o ECO em justaposição com o LAPSO, fenómenos de perceção auditiva e de comunicação. O sentido estético e sensorial da obra artística é elemento provocador de uma proposta de escuta individualizada do presente, a partir de uma relação de ressonância com o tempo-memória.

 

ECO ( ) LAPSO apresenta-se como uma instalação sonora site-specific, composta por um conjunto de caixas de transporte de obras de arte, dispostas no espaço expositivo e transformadas em elementos de difusão sonora.

 

Para além do material sonoro, proveniente de diversos registos áudio de abril de 1974, a Sonoscopia e um conjunto alargado de artistas realizaram, no passado dia 25 de abril, uma série de gravações de campo, em todo o território nacional, no sentido de elaborar um mapa sonoro, fazendo o contraponto temporal cinquenta anos depois.

 

Este projeto conta com o apoio mecenático do Millennium bcp e da Lusitânia Seguros.

Programa Paralelo – A faiança azul de safra da Fábrica de Miragaia

PROGRAMA PARALELO DA EXPOSIÇÃO

«A faiança azul de safra da Fábrica de Miragaia»

 

Público
Jovens e adultos

Duração
50 minutos

Inscrições
Formulário online (até 48 horas de antecedência)

CICLO DE SESSÕES COMENTADAS
(com entrada gratuita, mediante inscrição prévia)

 

– ‘Uma pintura da foz do rio Douro observada da Torre da Marca’, por Joel Cleto, Arqueólogo, historiador e divulgador do Património
Dia 27 março, 18h00

 

E tudo os fumos levaram: o horizonte urbano industrial da cidade do Porto através da Fotografia.’, por Nuno Resende, Historiador e Professor no Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Dia 18 abril, 18h00

 

– ‘Jean Pillement (Lyon 1828-1808) e a Pintura do Porto no tempo dos Almadas’, por Paula Santos Triães, Conservadora no Museu Nacional Soares dos Reis, mestre em Museologia e Património, doutorada em História da Arte
Dia 17 maio, 18h00

 

– ‘Artes Decorativas em Portugal entre os finais do século XVIII e início do século XIX’, por Gonçalo de Vasconcelos e Sousa, Professor catedrático da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa
Dia 19 junho, 18h00

 

 

VISITAS ORIENTADAS por José da Costa Reis, Comissário da exposição
(valor de entrada 8 Euros, mediante inscrição prévia)

Dias 11 abril, 9, 17 e 23 maio, 15h00

 

 

OFICINAS PARA FAMÍLIAS
(mediante inscrição prévia)

  

– ‘Azul de Safra. Ao domingo pintamos flores azuis no jardim do Museu’, orientada por Joana Padilha, pintora e ilustradora
Dia 28 abril, 15h00 | 20 Euros (com material incluído)

 

– ‘Azul de Safra: Cria o teu block print e estampa o teu desenho!’, orientada por Isabel Machado Guimarães, designer têxtil e artista plástica
Dias 5 maio, 9 e 23 junho, 10h30 | 30 Euros (com material incluído)

 

 

A mostra estará patente até 23 junho 2024, contando com o apoio mecenático da AOF-Augusto Oliveira Ferreira e Lusitânia Seguros, bem como o apoio do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

Exposição A faiança azul de safra da Fábrica de Miragaia

Exposição «A faiança azul de safra da Fábrica de Miragaia»

 

Curadoria de José da Costa Reis

 

De 22 março a 23 junho 2024

3ª feira a domingo, 10h00 / 18h00

A exposição aborda o tema das faianças ‘azul de safra’, assim denominadas devido à tonalidade da cor do seu vidrado, produzidas na Fábrica de Louça de Miragaia, no Porto, e datáveis do período compreendido entre 1775 e 1822.

 

A organização museológica da exposição promove a relação desta coleção com outras coleções de artes decorativas do Museu Nacional Soares dos Reis, anteriores ao moderno conceito de design, valorizando a sua contextualização e interpretação com aproximações à história e às artes plásticas europeias, nomeadamente Pintura, Desenho e Gravura.

 

A exposição e respetivo roteiro pretendem reforçar a visibilidade e o conhecimento da coleção de cerâmica do Museu Nacional Soares dos Reis, um dos mais importantes acervos cerâmicos à guarda dos museus nacionais portugueses, estabelecendo a relação das influências da cultura inglesa na produção da Fábrica de Miragaia.

 

O Museu Nacional Soares dos Reis preserva uma coleção de cerca de 180 peças da Fábrica de Louça de Miragaia, resultante de diferentes incorporações.

 

A mostra estará patente até 23 junho 2024, contando com o apoio mecenático da AOF-Augusto Oliveira Ferreira e Lusitânia Seguros, bem como o apoio do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

 

Consulte o Programa Paralelo da exposição, com visitas orientadas, sessões comentadas e oficinas.

Exposição Teresa Gonçalves Lobo e Domingos Sequeira

Exposição Teresa Gonçalves Lobo e Domingos Sequeira: um diálogo no tempo

Curadoria de Bernardo Pinto de Almeida

 

De 25 janeiro a 28 abril 2024

3ª feira a domingo, 10h00 / 18h00

O Museu Nacional Soares dos Reis tem vindo a partilhar as suas coleções com artistas contemporâneos, desafiando-os a novos olhares e a diálogos, por vezes, inesperados. É o caso da exposição de desenhos de Teresa Gonçalves Lobo que o curador Bernardo Pinto de Almeida enquadra “dentro deste programa, que privilegia uma revisão das obras da coleção do Museu Nacional Soares dos Reis, integrando os desenhos de Teresa Gonçalves Lobo num diálogo com obras de Domingos Sequeira, o grande artista português da transição do século XVIII para XIX.”

 

De acordo com o curador, “a sugestão da escolha de Sequeira para abrir um diálogo com as obras de Teresa Gonçalves Lobo foi o ter encontrado nas obras de ambos um mesmo sentido da invenção plástica e metamórfica do desenho que, claramente experimentado no seu plano expressivo, acentua a possibilidade de se espraiar sobre as superfícies, fazendo vibrar a coreografia de inúmeras linhas como modo de sugerir a presença de formas que, ainda que irreconhecíveis numa modalidade figurativa, não deixam de funcionar como formas de uma figuração.”

 

Teresa Gonçalves Lobo (Funchal, 1968), cujo trabalho se iniciou há mais de duas décadas, centrou-se logo de início no desenho como campo expressivo onde tem desenvolvido notável pesquisa. Está representada em diversas coleções, privadas e institucionais, em Portugal e no estrangeiro.

 

Domingos Sequeira (Lisboa, 1768 – Roma, 1837), considerado por alguns o mais talentoso e original pintor português do seu tempo, desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento da arte portuguesa de início do século XIX.

 

No diálogo que sustenta a presente exposição percebe-se como uma semelhante aproximação ao desenho e ao modo do riscar acontece nas obras de ambos os artistas, apesar da longa distância no tempo que os separa, mas cujo propósito de fazer nascer a forma desse uso do risco os aproxima.

 

A exposição tem o apoio mecenático da Fundação Millenium bcp e da Lusitânia Seguros, bem como o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

Exposição Paisagem – José Zagalo Ilharco

Exposição Paisagem – José Zagalo Ilharco

Fotografia de José Zagalo Ilharco

Curadoria de Rui Pinheiro

 

De 25 janeiro a 28 abril 2024

3ª feira a domingo, 10h00 / 18h00

A exposição «Paisagem» é uma mostra composta por uma seleção de fotografias do arquivo familiar de José Zagalo Ilharco, fotógrafo amador que deixou relevante obra, por poucos conhecida, num valioso testemunho de paisagens de Portugal do final do século XIX e início do século XX.

 

José Zagalo Ilharco (Lamego, 1860 – Porto, 1910), fotógrafo amador, premiado internacionalmente com uma imagem do rio Souza, dedicou-se primordialmente à fotografia de paisagem, mas também à antropologia dos espaços, de que são exemplo as imagens agora reveladas do Porto e de Matosinhos.

 

As reproduções das melhores imagens que produziu foram reunidas em álbum pelo filho Norberto de Melo Zagalo Ilharco em dois volumes (1947) e, sendo propriedade dos herdeiros, são tornadas públicas num reconhecimento ao seu legado. A seleção apresentada no Museu Nacional Soares dos Reis inclui, entre originais e reproduções, sobretudo paisagens de Matosinhos, Leça da Palmeira, Porto e Douro.

 

Das imagens apresentadas destaca-se, igualmente, um núcleo de fotografias realizadas em 1893 do velódromo Maria Amélia, produzidas antes da sua inauguração nos terrenos do Paço Real do Porto, onde se encontra instalado, atualmente, o Museu Nacional Soares dos Reis. Sublinha-se ainda a existência de um exemplar da revista O Tripeiro (maio 1946), assinado com dedicatória de Vasco Valente, no qual é publicado um artigo do então Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis sobre o Real Velo Club do Porto, de que José Zagalo Ilharco fazia parte, tendo sido seu sócio fundador.

 

A exposição conta com o apoio da Lusitânia Seguros e da Moldura Minuto, bem como o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

Exposição Inferno – A Viagem de Dante

Uma interpretação inédita da viagem de Dante por meio das obras de António Carneiro é a proposta cultural do Lionesa Business Hub (LBH), em parceria com o Museu Nacional Soares dos Reis, para toda comunidade e aberta à população.

 

Inferno – A Viagem de Dante pela mão de António Carneiro resulta de uma parceria entre o Lionesa Business Hub, o Lionesa Group, o Museu Nacional Soares dos Reis e a ASCIPDA – Associazione Socio-Culturale Italiana del Portogallo Dante Alighieri.

Baseada nos 42 desenhos do pintor, esta jornada começa com a entrada no Inferno e culmina com a saída para o Paraíso, simbolizada por majestosas velas de entrada e saída, destacando a nossa jornada em direção ao destino final.

 

A instalação será composta por nove círculos, cada um representando diferentes histórias e conceitos num ciclo eterno de experiências e renascimento. Uma metáfora da vida humana, com um começo, complexidade e um ponto de chegada que também é um novo começo. O objetivo é estimular na comunidade do Lionesa Business Hub um momento único de reflexão e decisão.

 

Esta parceria entre o Museu Nacional Soares dos Reis e o Lionesa Business Hub é fruto de um protocolo de mecenato que o Lionesa Group assinou com o museu e que reverteu para a requalificação de salas do Palácio dos Carrancas. Esta iniciativa reforça a orientação para democracia cultural, despertando para os temas do bem-estar através da arte e da cultura.

 

A exposição tem acesso gratuito e estará patente até 30 março 2024, das 09h00 às 18h00.

Exposição Lugar Cativo

O movimento Arte pela Arte, criado pelo Lionesa Group, juntou-se ao projeto Outros Lugares, do Museu Nacional Soares dos Reis, e à SIGN para apresentar LUGAR CATIVO, uma exposição aberta à cidade, de uma seleção de obras do acervo do museu, disponível ao público a partir do dia 29 setembro.

 

Lugar Cativo é um conjunto de retratos que posiciona o seu olhar sobre a cidade e o espectador, uma observação bidirecional entre a personagem representada e o seu público, e vice-versa, num diálogo desenvolvido à medida de cada pessoa. Estas cerca de 40 obras são reproduções colocadas nas fachadas dos edifícios.

Reforçando o lema do Museu “Um museu de pessoas, por pessoas para pessoas”, o programa Outros Lugares pretende dar continuidade à itinerância, no território, das coleções do Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) com entidades parceiras. A ação propõe-se extravasar o espaço do Museu e a sua organização formal para envolver curadorias improváveis e diferenciadoras atendendo à natureza dos parceiros, ao local de apresentação e aos respetivos contextos.

 

A seleção de obras que vai estar patente na Rua do Cativo, ao longo dos próximos meses para usufruto de quem pela rua passar, encontra no Cativo um espaço dedicado à democracia cultural. Esta é uma iniciativa conjunta do Lionesa Group, do MNSR e da SIGN – Wide Format Printing.

 

A exposição assinala também o 1º aniversário do Lionesa Group e dá continuidade à iniciativa Arte pela Arte, um movimento que vê na arte uma lupa sobre o território, um estetoscópio sobre o próximo, um estereoscópio sobre toda uma comunidade.

Exposição de Longa Duração

Horário de Visita
De 3ª feira a domingo
Das 10h00 às 18h00

 

Com um percurso de quase 200 anos, inicia-se com esta exposição uma nova era na história do museu. Assume-se um reposicionamento diferenciador e crítico que se manifesta num novo olhar sobre as suas coleções.

 

Consciente das exigências de uma sociedade cada vez mais proativa e conhecedora, procura proporcionar oportunidades para novas leituras e novas narrativas, valorizando sempre o património cultural que integra e honrando a história de que é herdeiro.

 

Esta exposição de longa duração permite, assim, uma visão global do Museu Soares dos Reis num percurso com duas narrativas complementares. A primeira reflete a sua história e a forma como as coleções foram sendo integradas e a segunda valoriza os artistas e as suas obras.

 

Um convite à apreciação das obras icónicas de sempre e uma oportunidade de vislumbrar novas descobertas num espaço único que é de todos e para todos.

 

O que esperamos? Trazer o Museu Nacional Soares dos Reis ao encontro da sua história, assumindo-se como uma instituição cultural e artística de referência, com uma coleção de dimensão internacional.

 

Um lugar essencial para o conhecimento, um lugar especial para o lazer, de descoberta, de questionamento, um lugar para as pessoas… entre, visite, veja, observe, disfrute e… volte!

Exposição PORTRETO DE LA ANIMO ART BRUT ETC.

Horário de Visita
De 3ª feira a domingo
Das 10h00 às 18h00

 

Curadoria
António Saint Silvestre

 

Programa paralelo

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O Museu Nacional Soares dos Reis, em parceria com a  Câmara Municipal de São João da Madeira,Centro de Arte Oliva e os colecionadores António Saint Silvestre e Richard Treger, com o apoio do Circulo Dr. José de Figueiredo, apresenta uma exposição de retratos e autorretratos que integram a Coleção Treger Saint Silvestre, uma das mais importantes e extensivas coleções privadas de Arte Bruta no mundo.

 

A partir da expressão em esperanto portreto de la animo – que em português significa “retrato da alma”–, a exposição irá proporcionar o encontro entre obras do acervo do Museu Nacional Soares dos Reis e da coleção Treger Saint Silvestre, em depósito no Centro de Arte Oliva. Retratos e autorretratos apresentam-se como ferramentas de exploração do mundo interior e das suas múltiplas expressões.

 

A fruição da obra de arte é complementada por um programa de atividades para públicos diferenciados. Destacamos os momentos de reflexão e debate sobre a articulação entre arte e saúde mental, tema que atravessa grande parte das obras em exposição.

 

Richard Treger e António Saint Silvestre iniciaram a sua coleção inspirados no percurso iniciado por Jean Dubuffet, pioneiro na recolha de produções artísticas que se convertem em relatos do inconsciente. Pela primeira vez, apresentam a sua Galeria de Retratos no MNSR.

 

A exposição tem o apoio mecenático da Fundação Millenium bcp e da Lusitânia Seguros, bem como o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

Instalação-vídeo Sine Terra (variações em modo menor)

Realização / Direção de Fotografia / Pós-produção
José Carlos Teixeira

Banda sonora
Fernando Miguel Jalôto

Sine Terra (variações em modo menor) é uma instalação-vídeo de José Carlos Teixeira em torno da escultura O Desterrado, obra de António Soares dos Reis, que explora conceitos relacionados com a queda, a identidade múltipla e fragmentada, o exílio e deslocações várias. O artista propõe um novo olhar sobre as emoções que O Desterrado transmite aos visitantes e apresenta, simultaneamente, um registo poético e um registo documental sobre a peça esculpida em Roma há 150 anos pelo patrono do Museu.

José Carlos Teixeira fala da existência de dois tempos: “um mais objetivo e factual no registo da escultura in situ e na investigação sobre Soares dos Reis, aliado a um outro tempo mais subjetivo e ensaístico – o da criação e composição deste projeto, derivado das suas próprias motivações autobiográficas como autor, artista e pessoa e/imigrada”.

A banda sonora da instalação-vídeo é interpretada no cravo por Fernando Miguel Jalôto, com peças de Domenico Scarlatti (1685-1757) e Vasco Negreiros (1965), e inclui a declamação em português e inglês de poemas de autores nacionais e estrangeiros como Alexandre Herculano, autor do poema Tristezas do Desterro, que serviu de inspiração a Soares dos Reis para esculpir O Desterrado.

Exposição Aurélia de Souza AS CASAS de Rui Pinheiro

Autoria e Curadoria
Rui Pinheiro

Textos
Ana Paula Machado

Casas de Aurélia, lugares onde habita a sua pintura, onde, no fluir dos dias, se intersetam olhares, memórias e idiossincrasias.Mostrar uma pintura ou fotografá-la.  Apropriação. Reverência distante ou paixão, indiferença ou amor filial, diletantismo ou obsessão, mas sempre apropriação. Prolongamento do desejo e da inquietação, mostrar uma pintura, seja onde e como for que o façamos, requer um dispositivo de representação, que, quase sempre à revelia, nos expõe e revela. Nas casas de Aurélia são muitos esses “autorretratos”, insubmissos, indiscretos, traiçoeiros por vezes, reclamando a cada passo a atenção e a sensibilidade do fotógrafo.

 

A campanha fotográfica realizada para o catálogo raisonée de Aurélia de Souza, que permitirá o inventário sistemático de toda a obra em coleções públicas e particulares, foi o ponto de partida para a exposição de Rui Pinheiro. Os locais onde as peças foram fotografadas, em muitos casos salas de estar de colecionadores particulares, são revelados pelo fotógrafo e dão um novo contexto ao legado da artista. O visitante é confrontado com mais de 30 fotografias de espaços interiores que se relacionam com pinturas e desenhos de Aurélia de Souza como que propondo novas histórias.

 

A exposição tem o apoio mecenático da Fundação BPI La Caixa e o apoio institucional do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

Exposição Chiado, Carmo, Paris Os Lugares de Dordio Gomes e as Bifurcações da Pintura

Coordenação
José Quaresma

Artistas
Andrés Naranjo Macías | Bethânia Barbosa B. de Sousa | Catarina Mendes | Cláudia Colares | Enrique López Marín | Gina Martins | Joana Alves | João Castro Silva | José Gracia Pastor | José Quaresma | Juan Carlos Ramos Guadix | Mairen Rendón Gutiérrez | Nadya Ismail | Nicoleta Sanduslescu | Noelia Garrido Jiménez | Patricia Olivares Hurtado | Paulo Lourenço | Pedro Zhang | Ramón Freire Santa Cruz | Ricardo Garcia | Suzana Azevedo | Tiago Batista | Vasco Maia e Moura | Xavier B. Tourais

A partir do projeto Chiado, Carmo, Paris / Artes na Esfera Pública, que pretende pôr em relevo a produção artística de Dordio Gomes e reaproximá-lo de diferentes espaços, o MNSR coloca a exposição CHIADO, CARMO, PARIS OS LUGARES DE DORDIO GOMES E AS BIFURCAÇÕES DA PINTURA na agenda cultural do Porto, cidade onde o artista e pedagogo lecionou durante 30 anos. A sua integração na programação do MNSR prende-se também com a presença de obras muito relevantes do pintor modernista no seu acervo.

Resultado de uma parceria com a Faculdade de Belas Artes em Granada, Espanha, a exposição reflete a formação de diversas gerações. Inclui obras plásticas contemporâneas de 24 artistas portugueses e estrangeiros inspirados em Manuel Ángeles Ortiz (1895-1984), um dos principais representantes da Escola Espanhola de Paris, com um percurso paralelo ao de Dórdio Gomes no meio artístico parisiense do início do século XX. As apropriações dos artistas, que apresentam peças de pintura, desenho, escultura e gravura, dão continuidade à mudança artística, pedagógica e estética, características de Dórdio Gomes.

O programa paralelo da exposição inclui uma conferência, no MNSR, a 20 de abril em torno do percurso e legado do pintor e pedagogo Dordio Gomes.

Ilustração científica no âmbito museológico de CRISTINA JORGE

Comissariado – MNSR

Com a apresentação da proposta de Ana Cristina Jorge – O desenho científico e a sua vertente pedagógico-cultural na imagética dos artefactos angolanos no contexto museológico e como fator de potencialização do acervo e fonte de financiamento próprio – iniciamos uma nova forma de divulgar junto do público trabalhos de investigação sobre algumas coleções do museu. Neste caso um grupo de artefactos angolanos que se encontram em reserva desde 1940. 

O trabalho de desenho e construção de protótipos de objetos, para comercialização na loja do museu, é uma oportunidade de reflexão sobre o potencial contido nas obras que conservamos, para além das questões de representação histórica ou significado estético que costumamos revelar.

A MATÉRIA DA PINTURA: Obras de FRANCISCO JOSÉ RESENDE, MARQUES DE OLIVEIRA e AURÉLIA DE SOUZA

Exposição Cores, Figura e Luz

Organização – MNSR em parceria com a Universidade Católica do Porto 

Esta exposição integra-se no projeto Materiais e Técnicas de Pintores do Norte de Portugal desenvolvido pelo Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes da Escola das Artes da Universidade Católica.

ARTUR LOUREIRO, 1853 – 1932

Comissariado – Elisa Soares e Sandra Archibald

Nesta exposição apresentam-se 200 obras de um universo de várias centenas que o pintor realizou. Estrutura-se em núcleos, organizados, num primeiro momento, segundo um critério cronológico e em toda a restante apresentação segundo um critério temático.

Artur Loureiro frequentou a Academia de Belas Artes entre 1870 e 1875 e teve a oportunidade de frequentar os centros europeus de grande tradição artística, bem como de acompanhar de perto os movimentos de renovação estética dos finais do século XIX.

Quando em 1901 Artur Loureiro chega ao Porto, instala-se no atelier-escola que abriu no Palácio de Cristal para dar continuidade à atividade de pintor e professor.

Realizava anualmente exposições para apresentação e venda dos seus quadros, assim como uma para apresentação dos trabalhos das alunas.

Desenho Projeto de Desenho

DEPOSITORIUM 2

Comissariado – Alberto Carneiro, Joaquim Moreno

A exposição nasce da tentativa de ensaiar novos entendimentos do desenho no domínio da prática arquitetónica, valorizando sobretudo a multiplicidade de expressões autorais e o carácter experimental das soluções esboçadas.

Reúne cerca de 200 desenhos. A seleção dos trabalhos apresentados partiu da visita dos comissários a ateliers, arquivos municipais e centros de documentação, procurando inventariar uma amostragem significativa da prática do desenho enquanto instrumento de pensamento na resolução de programas arquitetónicos realizados ou apenas projetados. 

XXIX Exposição Coletiva dos Sócios da Árvore

Coordenação – Laura Soutinho

Esta iniciativa, que a Cooperativa Árvore promove todos os anos junto dos seus associados, convida à participação de todos os sócios criadores em todas as formas de expressão. Este ano a exposição reúne no MNSR um conjunto de 169 obras originais – pintura, escultura, fotografia, cerâmica, tapeçaria, desenho, obra gráfica, entre outras.

O corpo humano: dentro, fora e de dentro para fora

Exposição O Corpo Humano

Comissariado – António Sousa Pereira, Diretor do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), Amélia Ferraz, Dulce Madeira (FMUP) e Raquel Barbosa (FPCEUP)

A exposição é apresentada como o ponto alto do ciclo “Espaço, Corpo e Bem-Estar”, promovido pela Universidade do Porto (U.Porto) e pelo MNSR, e resultado de uma joint venture entre a U.Porto, o MNSR e a Fundação de Serralves. Num circuito único, apresenta quadros de Paula Rego, da coleção de Serralves, e peças dos museus de Anatomia da Faculdade de Medicina da U.Porto e do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar. O ciclo traz, ainda, conferências, instalações e performances com o objetivo comum de debater o corpo e a sua envolvência.

Depositorium 3 – Encontro Às Cegas

Comissariado – Alunos da Universidade do Porto
Coordenação – Hugo Barreira, da Universidade do Porto, Adelaide Carvalho e Paula Azeredo (MNSR)

A exposição resulta do trabalho desenvolvido na nova Unidade Curricular da Universidade do Porto Cultura, Arte e Património: o museu como lugar de fruição, que junta estudantes de licenciaturas e mestrados de áreas diversas como Gestão, Direito, Veterinária, Arquitetura ou Belas Artes.
Refletindo a aposta em projetos colaborativos e em curadorias improváveis, a mostra reforça a interação com os públicos do MNSR. Na terceira edição do ciclo DEPOSITORIUM, as peças foram selecionadas nas reservas de pintura, escultura, joalharia, cerâmica e têxtil.
A proposta que os comissários lançam aos visitantes está em linha com o conceito de encontro às cegas com uma obra de arte. À entrada, é facultado um questionário que sugere um match com uma das 15 obras de arte presentes e o visitante terá de a encontrar, sendo confrontado no circuito por outras peças.

Magalhães e os Povos de Fogo e Mar

Autoria e Comissariado – Alvaro Veraguas David Urtubia

A exposição MAGALHÃES E OS POVOS DE FOGO E MAR, concebida pela agência chilena AL SUR.REAL, documenta como é que os povos originários do sul do Chile receberam a armada de Fernão de Magalhães aquando da primeira circum-navegação.
A partir de uma aplicação gratuita disponível para dispositivos móveis, o visitante percorre um circuito de realidade aumentada de imagens expostas em aguarelas alusivas aos modos de vida destes povos transumantes, em particular como navegavam, caçavam e que rituais mantinham.

Save Material

Comissariado – Paulo Mendes
Autoria – Renato Ferrão

Renato Ferrão apresenta novos trabalhos numa exposição-instalação site-specific. O visitante é confrontado com um conjunto de máquinas de projeção que reivindicam um imaginário iconográfico apropriado, relacionado com a alquimia da imagem e as suas fantasmagorias.
A exposição faz parte da programação do projeto Orbital, uma coprodução da Cooperativa Árvore e do MNSR que reforça o conceito de movimento, de órbita entre lugares, e que abrange várias áreas disciplinares, das artes visuais ao cinema.

Dois Séculos: Instrumentos Científicos na História da Cidade do Porto

Comissariado – Luís Miguel Bernardo

Organização – Museu da Ciência da Universidade do Porto

A exposição é construída a partir de peças do século XIX e inícios do século XX pertencentes ao espólio do Museu de Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Esta exposição oferece uma oportunidade rara de revisitar a história do ensino e da investigação científica na cidade do Porto. Para reunir o espólio que a Universidade do Porto leva agora a toda a comunidade, contribuiu a dedicação de professores que, ao longo dos tempos, foram preservando e conservando os instrumentos, permitindo que estes chegassem à atualidade. Só assim é possível ter uma perspetiva histórica do ensino técnico que era ministrado nas instituições que antecederam a Faculdade de Ciências e o que se realizou nas primeiras décadas de vida desta escola. Vai ser também possível avaliar alguns objetos modernos, possibilitando um exercício de comparação.

Esta exposição integra as comemorações do centenário da Universidade do Porto.

Memórias do Tempo e do Património Construído

Coordenação – António Menéres, Mafalda Beira, Pedro Borges de Araújo, Sérgio Amorim

A exposição com fotografias de António Menéres assinala os 50 anos da primeira edição de arquitetura popular em Portugal, resultado do Inquérito à arquitetura regional portuguesa (1955-1961), obra pioneira no estudo e divulgação do património arquitetónico mais esquecido.

O MNSR aceitou o desafio que um dos mais novos arquitetos intervenientes nesse notável empreendimento nos fez. O arquiteto António Menéres foi um dos colaboradores da equipa nacional, coordenada pelo arquiteto Keil do Amaral. Prontamente se juntou ao grupo o arquiteto Carvalho Dias.

Domusae Espaços para a Cultura Onde Moram as Musas

Comissariado – Jesús María Aparicio Guisado e Jesús Donaire García de la Mora.

Organização – Ministerio de Cultura. Gerencia de Infraestructuras y Equipamientos de Cultura

A exposição apresenta uma amostra representativa de edifícios culturais da história recente de Espanha, uns de nova planta e outros que recuperam a arquitetura de outros tempos. Entre os autores dos projetos encontram-se alguns dos mestres da arquitetura contemporânea espanhola, bem como autores de uma geração mais jovem que asseguram a continuidade renovada deste empenho pela qualidade.

Território Animação – Aprende Como Se Faz Cinema de Animação

Organização – Casa da Animação

Esta exposição ensina as técnicas do cinema de animação através do espólio da Casa da Animação e dos filmes que se fizerem em Portugal.

É uma viagem histórica e técnica pelo cinema de animação destinada a pessoas de todas as idades que o queiram conhecer. Animação de volumes, animação de areia, animação com recortes e pintura animada são algumas das técnicas do cinema de animação que vão ser ensinadas na exposição interativa.

A apresentação dos materiais de produção de filmes de animação portugueses está organizada segundo uma lógica pedagógica e na sala de trabalho estão instalados equipamentos e postos de trabalho que vão permitir aos visitantes experimentar a produção dos seus próprios exercícios de animação.

Cinco Séculos de Desenho na Coleção das Belas Artes

Comissariado – Francisco Laranjo

Coordenação – Ana Paula Machado, Laura Castro e Maria de Fátima Lambert

Organização – Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e MNSR

Trata-se da maior e mais valiosa coleção de desenho alguma vez reunida por uma escola portuguesa. No total, cerca de 250 peças pertencentes ao acervo da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), algumas das quais especialmente adquiridas para o efeito, vão ser expostas em galerias da faculdade e salas do MNSR. A proposta é dar a conhecer, através do desenho, toda a história do pensamento e estabelecer uma linha de tempo pelo ensino artístico na cidade invicta.

A exposição está dividida em 3 núcleos, divididos entre o MNSR e a FBAUP. O MNSR acolhe o terceiro núcleo e é composto por mais de 150 obras doadas, dos séculos XX e XXI. Todos os artistas representados estão ligados à Escola de Belas Artes do Porto como Júlio Resende, Fernando Lanhas, Siza Vieira e Nadir Afonso. Esta exposição encerra as celebrações do centenário da Universidade do Porto.

O Museu Nacional de Soares dos Reis. Como Nasce e Cresce Um Museu

A exposição centra-se na história do museu, na formação das suas coleções, entre elas a coleção arqueológica, através de uma seleção de peças emblemáticas.

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